Para Freixo, 2013 é o ano que “não terminou”
"Mesmo nestes tempos sombrios, em que a carcaça política de Eduardo Cunha cheira à metáfora do atual modelo de democracia, os ventos de junho de 2013 continuam a soprar, nos empurram para frente e desanuviam os horizontes", escreve o deputado estadual pelo PSOL no Rio de Janeiro
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no canal do Brasil 247 e na comunidade 247 no WhatsApp.
Rio 247 – O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL) vê 2013 como o ano que não terminou, resgatando o que escreveu o jornalista Zuenir Ventura a respeito de 1968.
"Mesmo nestes tempos sombrios, em que a carcaça política de Eduardo Cunha cheira à metáfora do atual modelo de democracia, os ventos de junho de 2013 continuam a soprar, nos empurram para frente e desanuviam os horizontes", afirma Freixo, em artigo na Folha nesta terça-feira.
Ele relembra protestos importantes em 2015, como o dos estudantes paulistas contra a reforma do governador Geraldo Alckmin (PSDB) na educação, e das mulheres que foram às ruas contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
"Os ventos de 2013 sopraram nos festivais 'Amanhecer Contra a Redução', grande ato cultural realizado por jovens de todo o país contra a redução da maioridade penal, e 'Todo Mundo tem Direitos', que na noite de 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos, reuniu 50 mil pessoas no parque Madureira, no Rio. Mais do que filhotes de junho de 2013, esses movimentos e sentimentos são anunciações: o novo sempre vem e eu já escuto os seus sinais", diz ele.
Leia aqui a íntegra.
Assine o 247, apoie por Pix, inscreva-se na TV 247, no canal Cortes 247 e assista:
Comentários
Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247