Pais de menino morto no Rio querem reconhecer rosto de policial

O pai do menino de 10 anos que morreu no Complexo do Alemão, zona norte do Rio, José Maria Ferreira de Souza, afirmou se capaz de reconhecer o policial que matou o seu filho, Eduardo de Jesus Ferreira; a criança faleceu após ser atingida por um tiro durante um confronto na comunidade de Penha

O pai do menino de 10 anos que morreu no Complexo do Alemão, zona norte do Rio, José Maria Ferreira de Souza, afirmou se capaz de reconhecer o policial que matou o seu filho, Eduardo de Jesus Ferreira; a criança faleceu após ser atingida por um tiro durante um confronto na comunidade de Penha
O pai do menino de 10 anos que morreu no Complexo do Alemão, zona norte do Rio, José Maria Ferreira de Souza, afirmou se capaz de reconhecer o policial que matou o seu filho, Eduardo de Jesus Ferreira; a criança faleceu após ser atingida por um tiro durante um confronto na comunidade de Penha (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – O pai do menino de 10 anos que morreu no Complexo do Alemão, zona norte do Rio, José Maria Ferreira de Souza, afirmou se capaz de reconhecer o policial que matou o seu filho, Eduardo de Jesus Ferreira. A criança faleceu após ser atingida por um tiro durante um confronto na última quina-feira (2) na comunidade de Penha.

"Nós sabemos quem foi e vamos até a polícia assim que voltarmos do Piauí, daqui a 10 dias", afirmou. Segundo o jornal Extra, o enterro de Eduardo acontece nesta segunda-feira (6), na cidade de Corrente, a 874 quilômetros de Teresina (PI).

A transferência, o enterro e as passagens da família estão sendo custeadas pelo governo do Estado. Apesar de retornarem para acompanhar as investigações, a família já planeja a mudança para o Piauí. "Volto para acompanhar as investigações, mas depois vou embora. No Rio não dá mais para morar", disse o pai da vítima.

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De acordo com a mãe da vítima, Terezinha Maria de Jesus, de 40 anos, ele estava brincando com o celular na porta de casa, quando foi atingido.

A morte do menino gerou manifestação de moradores na região na sexta-feira (3). Houve confronto com a Polícia Militar (PM), que lançou bombas de gás e spray de pimenta. No sábado (4), houve um novo protesto na comunidade, dessa vez sem repressão da PM. 

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