Pai de Henry diz estar "no fundo do poço": "já não sei se aguento mais"

"Filhinho, sempre lembraremos de você sorrindo, da sua alegria contagiante e sua personificação de amor. Você sempre será a razão da minha felicidade", escreveu Leniel Borel em uma rede social

Leniel e Henry Borel
Leniel e Henry Borel (Foto: Reprodução)


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247 - Leniel Borel de Almeida, pai do menino Henry Borel, morto aos quatro anos, disse nesta terça-feira (13) estar "no fundo do poço" diante das novas evidências que surgem apontando para a responsabilidade do vereador Dr. Jairinho e da mãe no menino, Monique, em relação ao falecimento da criança.

"As últimas notícias acabaram comigo, cada dia chego mais ao fundo do poço, já não sei se aguento mais. Deus, que a sua justiça seja feita!", escreveu Leniel em rede social.

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"Filhinho, sempre lembraremos de você sorrindo, da sua alegria contagiante e sua personificação de amor. Você sempre será a razão da minha felicidade, meu melhor amigo", completou.

Ele ainda pediu o fim da violência contra as crianças. "Por favor, receba meu anjo em teus braços. Ajude-nos a acabar com a violência contra crianças. Em breve estaremos juntos com o Senhor, em um lugar que nunca mais haverá morte, nem dor e sofrimento e toda lágrima será enxugada".

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No dia da morte de Henry, em 8 de abril, Jairinho e Monique alegaram que o menino havia sofrido um acidente doméstico. O decorrer da investigação, no entanto, mostra que o garoto sofria uma rotina de agressões por parte do vereador, e a mãe nada fazia.

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