Paes: suspeitos de ataque são 'filhinhos de papai'

Prefeito do Rio de Janeiro condena atos de violência em manifestações e diz que “bando de filhos de papai mimados que destruiu a vida de uma pessoa precisam ficar na cadeia por muito tempo”; peemedebista se refere a Caio Silva de Souza e a Fábio Raposo, presos por suspeita do ataque de rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade

Prefeito do Rio de Janeiro condena atos de violência em manifestações e diz que “bando de filhos de papai mimados que destruiu a vida de uma pessoa precisam ficar na cadeia por muito tempo”; peemedebista se refere a Caio Silva de Souza e a Fábio Raposo, presos por suspeita do ataque de rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade
Prefeito do Rio de Janeiro condena atos de violência em manifestações e diz que “bando de filhos de papai mimados que destruiu a vida de uma pessoa precisam ficar na cadeia por muito tempo”; peemedebista se refere a Caio Silva de Souza e a Fábio Raposo, presos por suspeita do ataque de rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade (Foto: Roberta Namour)


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247 - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), criticou os atos de violência de manifestantes durante protestos, e classificou os suspeitos da morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade como “filhinhos de papai mimados”. 

"Desta vez foi um bando de filhos de papai mimados que destruiu a vida de uma pessoa. Eles precisam ficar na cadeia por muito tempo. Precisamos é de menos impunidade no Brasil e no Rio de Janeiro. Protesto faz parte, o que não pode acontecer é sair na rua tirando seus recalques, atacando os outros com violência", disse Paes.

Foi preso na madrugada desta quarta-feira Caio Silva de Souza, suspeito de acender e soltar o rojão que matou o cinegrafista. Ele foi detido em uma pousada na Bahia, perto da rodoviária de Feira de Santana (BA), a cerca de 100 km de Salvador, por volta das 2h (3h no horário de Brasília).

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Caio é quem aparece nas imagens registradas de calça jeans e camiseta cinza, suada, informa a polícia.  Assim como o tatuador Fábio Raposo, ele foi indiciado por homicídio doloso (com intenção de matar) agravado pelo uso de explosivo e pelo crime de explosão, sob risco de pena de 35 anos.

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