Paes nega ter quebrado protocolo ao conduzir a tocha olímpica
O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, comentou sobre a quebra de protocolo, quando conduziu a tocha olímpica, contrariando uma tradição dos Jogos Olímpicos, pela qual políticos não participam do revezamento; "Isso (a prática de políticos não conduzirem a tocha) não é assim em todas as Olimpíadas, foi um protocolo criado no Brasil, que a gente definiu, para que não tivesse só políticos do Brasil inteiro conduzindo a tocha. Mas eu fui convidado, fui lá e conduzi", afirmou
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Rio 247 - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, disse nesta sexta-feira (5) sobre a quebra de protocolo da última quarta-feira (3), quando conduziu a tocha olímpica, contrariando uma tradição dos Jogos Olímpicos, pela qual políticos não participam do revezamento. Segundo Paes, o ato não foi uma quebra de protocolo, porque ele foi convidado.
"Isso (a prática de políticos não conduzirem a tocha) não é assim em todas as Olimpíadas, foi um protocolo criado no Brasil, que a gente definiu, para que não tivesse só políticos do Brasil inteiro conduzindo a tocha. Mas eu fui convidado, fui lá e conduzi", afirmou ele, depois da passagem da tocha pelo Palácio da Cidade, em Botafogo, Zona Sul do Rio.
Ao todo, 12.494 pessoas carregaram a tocha por 26 mil quilômetros em 325 municípios brasileiros. Nesta quinta-feira (4), a tocha chegou à cidade olímpica no barco dos irmãos Grael. Durante o dia, surfou nas mãos de Rico de Souza e marcou a emoção do ex-técnico campeão do mundo Zagallo.
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