Paes e Haddad podem ir à Justiça contra a União

Prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) e de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ameaçam acionar a Justiça para garantir as novas regras de renegociação das dívidas com a União, sancionadas em novembro do ano passado; o governo de Dilma Rousseff cogita mudar os acordos em função do ajuste fiscal definido pela equipe econômica de Joaquim Levy; alteração afeta principalmente administração a maior vitrine eleitoral petista; a capital paulista tem R$ 62 bilhões em dívidas 

Prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) e de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ameaçam acionar a Justiça para garantir as novas regras de renegociação das dívidas com a União, sancionadas em novembro do ano passado; o governo de Dilma Rousseff cogita mudar os acordos em função do ajuste fiscal definido pela equipe econômica de Joaquim Levy; alteração afeta principalmente administração a maior vitrine eleitoral petista; a capital paulista tem R$ 62 bilhões em dívidas 
Prefeitos do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB) e de São Paulo, Fernando Haddad (PT), ameaçam acionar a Justiça para garantir as novas regras de renegociação das dívidas com a União, sancionadas em novembro do ano passado; o governo de Dilma Rousseff cogita mudar os acordos em função do ajuste fiscal definido pela equipe econômica de Joaquim Levy; alteração afeta principalmente administração a maior vitrine eleitoral petista; a capital paulista tem R$ 62 bilhões em dívidas  (Foto: Roberta Namour)


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247 – Os governos municipais de São Paulo e do Rio de Janeiro ameaçam acionar a Justiça para garantir as novas regras de renegociação das dívidas com a União, sancionadas em novembro do ano passado. O governo de Dilma Rousseff cogita mudar os acordos em função do ajuste fiscal definido pela equipe econômica de Joaquim Levy.

O prefeito Eduardo Paes (PMDB), do Rio, que já entrou na Justiça em 2014 para tentar obrigar o governo federal a cumprir a lei, embarcou ontem à noite para Brasília para tratar do assunto com a presidente Dilma Rousseff.

O prefeito petista Fernando Haddad também pode se unir a Paes, com um déficit de R$ 62 bilhões nas costas. A revisão dos estoques das dívidas teria sido incluída no texto com apoio do governo federal para beneficiar sua maior vitrine eleitoral petista. Sem a fórmula para amenizar o quadro crítico da administração, a imagem de Haddad pode ser afetada.

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Leia aqui reportagem do Globo sobre o assunto.

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