Orlando Silva: incitação ao suicídio é outro crime cometido por Bolsonaro na pandemia

O deputado do PCdoB-SP manifestou o seu posicionamento após o Planalto impor um sigilo de cem anos sobre os exames de anticorpos contra o coronavírus feitos por Jair Bolsonaro. "O covarde induz o povo a não se vacinar", disse o parlamentar

Orlando Silva
Orlando Silva (Foto: Cleia Viana/Câmara dos Deputados)


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247 - O deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) afirmou, nesta sexta-feira (5), no Twitter, que senadores da CPI da Covid também poderiam atribuir a Jair Bolsonaro o crime de incitação ao suicídio, após o Palácio do Planalto impor um sigilo de cem anos sobre os exames de anticorpos contra o coronavírus feitos por ele. 

"O Planalto impôs UM SÉCULO de sigilo sobre os exames de anticorpos de Bolsonaro. Fica cada dia mais evidente que o covarde induz o povo a não se vacinar, mas ele foi imunizado. Faltou um crime no indiciamento da CPI: incitação ao suicídio, Art. 122 do Código Penal", escreveu o parlamentar no Twitter. 

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A CPI da Covid atribuiu nove crimes de Bolsonaro: infração de medida sanitária preventiva; epidemia com resultado morte; prevaricação; incitação ao crime; charlatanismo; emprego irregular de verbas públicas; falsificação de documento particular; crimes contra a humanidade, nas modalidades extermínio, perseguição e outros atos desumanos; e, por último, crimes de responsabilidade (violação de direito social e incompatibilidade com dignidade, honra e decoro do cargo).

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