Operação contra fraudes em OS's prende quatro

A Operação Cerro, que deflagrou a contratação de Organizações Sociais (OS's) e de empresas tinha cumprido quatro mandados de prisão temporários; segundo o Ministério Público (MP), o grupo fraudava licitações para contratar determinadas empresas ou organizações sociais (OS); havia emissão de notas falsas de serviços, superfaturamento de serviços, criação de empresas de fachada e uso de laranjas, entre outras irregularidades

A Operação Cerro, que deflagrou a contratação de Organizações Sociais (OS's) e de empresas tinha cumprido quatro mandados de prisão temporários; segundo o Ministério Público (MP), o grupo fraudava licitações para contratar determinadas empresas ou organizações sociais (OS); havia emissão de notas falsas de serviços, superfaturamento de serviços, criação de empresas de fachada e uso de laranjas, entre outras irregularidades
A Operação Cerro, que deflagrou a contratação de Organizações Sociais (OS's) e de empresas tinha cumprido quatro mandados de prisão temporários; segundo o Ministério Público (MP), o grupo fraudava licitações para contratar determinadas empresas ou organizações sociais (OS); havia emissão de notas falsas de serviços, superfaturamento de serviços, criação de empresas de fachada e uso de laranjas, entre outras irregularidades (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - A Operação Cerro, que deflagrou a contratação de Organizações Sociais (OS's) e de empresas tinha cumprido quatro mandados de prisão temporários até o fim da manhã desta quarta-feira (24). Segundo o Ministério Público (MP), o grupo fraudava licitações para contratar determinadas empresas ou organizações sociais (OS). Havia emissão de notas falsas de serviços, superfaturamento de serviços, criação de empresas de fachada e uso de laranjas, entre outras irregularidades.

Entre os crimes investigados estão corrupção passiva e ativa, associação criminosa, falsidade ideológica, uso de documento falso, peculato, lavagem de dinheiro e fraude no caráter competitivo das licitações. De acordo com as investigações, um dos serviços contratados aconteceu na gestão de unidades de Pronto-Atendimento em dois municípios. A principal investigação de fraude envolve a contratação da empresa Mendes & Montorsi para o serviço de coleta de resíduos sólidos em Teresópolis, sem licitação.

De acordo com as investigações do Ministério Público, a empresa foi contratada em troca de propina. Ainda segundo as apurações, a Mendes & Montorsi pagava valores a servidores públicos municipais responsáveis pela fiscalização do contrato a título de propina, incluindo Eduardo Niebus e outro ex-secretário de Meio Ambiente de Teresópolis Leandro Santos.

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Os quatro presos foram Paulo Sérgio Nunes Lomenha, empresário e lobista de empresas em Teresópolis e suspeito de ser um dos participantes do esquema; Leandro Coutinho da Graça, subsecretário de Meio Ambiente de Teresópolis; Mario Luis Sobral Ferreira, funcionário, além de Carlos Alexandre Chaves de Paula Torres, também funcionário das empresas. Eduardo Niebus dos Santos, recentemente exonerado do cargo de secretário de saúde de Teresópolis, continua foragido. 

O grupo atuava em Sapucaia, São José do Vale do Rio Preto, Teresópolis, Três Rios, Mangaratiba e no Rio de Janeiro. Os três primeiros municípios tem secretários e funcionários da administração municipal entre os mandados de prisão pedidos.

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Ao todo, a operação tinha como meta cumprir 12 mandados de condução coercitiva e 46 mandados de busca e apreensão e efetuou também o sequestro de veículos e de imóveis e o o bloqueio dos saldos das contas bancárias de investigados e de cotas das sociedades empresariais.

*Com informações da Agência Brasil

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