Odebrecht criou isenção aprovada pela Alerj, revela e-mail para Picciani
O Ministério Público Federal (MPF-RJ) informou que o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, recebeu da Odebrecht mais de R$ 11 milhões de propina entre 2008 e 2014; um e-mail obtido na denúncia mostra um exemplo de como o esquema criminoso funcionaria para ajudar a construtora, que enviou ela própria ao peemedebista o projeto de lei que daria isenção fiscal para um dos braços da empresa, a Braskem
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Rio 247 - O Ministério Público Federal (MPF-RJ) informou que o presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, recebeu da Odebrecht mais de R$ 11 milhões de propina entre 2008 e 2014.
Um e-mail obtido na denúncia mostra um exemplo de como o esquema criminoso funcionaria para ajudar a empresa: a construtora enviou ao então presidente da Casa o projeto de lei que daria isenção fiscal para um dos braços da empresa, a Braskem.
De acordo com as investigações, o peemedebista havia recebido a proposta por e-mail de Benedicto Barbosa Júnior, da Odebrecht. Pouco tempo depois, a Alerj aprovou o texto.
Quem assina o projeto é um aliado de Picciani, o atual prefeito de Nova Iguaçu e ex-deputado Rogério Lisboa. Na denúncia, o MPF afirmou que a conduta dele não faz parte da imputação, mas que demanda o "aprofundamento das investigações".
Picciani foi preso na operação Cadeia Velha, que investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, associação criminosa, e evasão de divisas.
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