OAB: Ação da PM em manifestação no Rio é 'grave atentado' à Constituição

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acusou a Polícia Militar de impedir a realização da manifestação da greve geral no Rio de Janeiro contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Temer; de acordo com a OAB, a ação da PM usou bombas e cassetetes contra multidão pacífica, além de perseguir manifestantes por vários bairros após a dispersão do protesto contra as reformas de Temer; "Nada justifica a investida, com bombas e cassetetes, contra uma multidão que protestava de modo pacífico. Se houve excessos por parte de alguns ativistas, a Polícia deveria tratar de contê-los na forma da lei", condena a entidade

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acusou a Polícia Militar de impedir a realização da manifestação da greve geral no Rio de Janeiro contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Temer; de acordo com a OAB, a ação da PM usou bombas e cassetetes contra multidão pacífica, além de perseguir manifestantes por vários bairros após a dispersão do protesto contra as reformas de Temer; "Nada justifica a investida, com bombas e cassetetes, contra uma multidão que protestava de modo pacífico. Se houve excessos por parte de alguns ativistas, a Polícia deveria tratar de contê-los na forma da lei", condena a entidade
A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acusou a Polícia Militar de impedir a realização da manifestação da greve geral no Rio de Janeiro contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Temer; de acordo com a OAB, a ação da PM usou bombas e cassetetes contra multidão pacífica, além de perseguir manifestantes por vários bairros após a dispersão do protesto contra as reformas de Temer; "Nada justifica a investida, com bombas e cassetetes, contra uma multidão que protestava de modo pacífico. Se houve excessos por parte de alguns ativistas, a Polícia deveria tratar de contê-los na forma da lei", condena a entidade (Foto: Romulo Faro)


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Sputnik - A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) acusou a Polícia Militar de impedir a realização da manifestação da greve geral no Rio de Janeiro contra as reformas trabalhista e da Previdência do governo Temer.

De acordo com a OAB, a ação da PM usou bombas e cassetetes contra multidão pacífica, além de perseguir manifestantes por vários bairros após a dispersão do protesto contra as reformas de Temer.

"Nada justifica a investida, com bombas e cassetetes, contra uma multidão que protestava de modo pacífico. Se houve excessos por parte de alguns ativistas, a Polícia deveria tratar de contê-los na forma da lei", condenou a OAB/RJ.

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"Mas o ataque com métodos de tocaia e a posterior perseguição por vários bairros a pessoas que tão-só exerciam seu direito à manifestação representa grave atentado à Constituição e ao Estado democrático de Direito", diz a nota.

Manifestantes cantavam pacificamente o Hino Nacional quando uma bomba atinge diretamente o cinegrafista que registrava o ato no palanque montado na Cinelândia, no Rio de Janeiro.

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A instituição também fez um alerta para o perigo do retorno do autoritarismo da ditadura militar como uma ameaça à democracia no país.

"O Brasil passou mais de duas décadas sob o jugo do autoritarismo. Não podemos admitir qualquer ensaio de retorno a aqueles tempos sombrios. É o alerta que a OAB/RJ, em seu papel institucional, faz nesse preocupante momento de nossa história. Democracia, sempre", diz a nota da OAB/RJ.

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