No Rio, sobe número de mortes decorrentes de intervenção policial

O Estado do Rio registrou, entre janeiro e agosto desta ano, mais de 544 homicídios decorrentes de intervenção policial, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram computados 459 casos; o levantamento do G1 foi feito com base em estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP); e ntre janeiro de 2010 e agosto de 2016, houve 3.985 autos de resistência, uma média de 50 por mês

O Estado do Rio registrou, entre janeiro e agosto desta ano, mais de 544 homicídios decorrentes de intervenção policial, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram computados 459 casos; o levantamento do G1 foi feito com base em estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP); e ntre janeiro de 2010 e agosto de 2016, houve 3.985 autos de resistência, uma média de 50 por mês
O Estado do Rio registrou, entre janeiro e agosto desta ano, mais de 544 homicídios decorrentes de intervenção policial, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram computados 459 casos; o levantamento do G1 foi feito com base em estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP); e ntre janeiro de 2010 e agosto de 2016, houve 3.985 autos de resistência, uma média de 50 por mês (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O Estado do Rio registrou, entre janeiro e agosto desta ano, mais de 544 homicídios decorrentes de intervenção policial, um aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2015, quando foram computados 459 casos. O levantamento do G1 foi feito com base em estatísticas do Instituto de Segurança Pública (ISP). Entre janeiro de 2010 e agosto de 2016, houve 3.985 autos de resistência, uma média de 50 por mês.

"Estamos fazendo um estudo para diminuir a vitimização de policiais como de civis (...) Temos que ter em mente que quem enfrenta a polícia corre o risco de morrer", Coronel Wolney Dias, comandante-geral da PM.
 
O sociólogo Ignácio Cano, do laboratório de análise da violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, afirmou que um dos grandes desafios do Rio na atual crise da segurança no Estado é trabalhar para diminuir o uso da força letal.

"Houve algumas tentativas de redução de uso da força, mas essas tentativas continuam sendo experimentais, pilotos. Isso deveria ser uma das prioridades", explicou ele, ao G1. Segundo o estudioso, é necessário mudar o foco do combate às drogas para a diminuição de confrontos em favelas. "O Ministério Público tem que melhorar a fiscalização, o judiciário tem que fazer o seu papel, além do controle interno das próprias corporações, principalmente com relação ao uso da munição", disse.
 
O novo secretário de segurança, Roberto Sá, afirmou, durante usa posse, no dia 17, que um dos objetivos do novo comando é a redução da letalidade. Na terça-feira (25), o novo comandante-geral da Polícia Militar, Wolney Ferreira Dias, disse que a corporação trabalhará para diminuir mortes de policiais e de civis.
 
"Estamos fazendo um estudo para diminuir a vitimização de policiais como de civis. Vamos ter o apoio da DH. O policial militar não pode morrer", afirmou. Sobre o aumento de mortes também de civis, Wolney respondeu: "Temos que ter em mente que quem enfrenta a polícia corre o risco de morrer".

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