No Rio, letalidade violenta sobe 55% em seis meses

Dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o indicador letalidade violenta (soma de homicídio doloso, homicídio decorrente de intervenção policial, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte) aumentou 55,3% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o mesmo período de 2014; apesar da alta, houve um declínio de 59,2% em relação aos seis primeiros meses de 2008, quando foi implantada a primeira UPP; das 73 vítimas de letalidade violenta no primeiro semestre de 2015 nas áreas de UPP, 56 foram vítimas de homicídio doloso;  Instituto de Segurança Pública (ISP).

Dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o indicador letalidade violenta (soma de homicídio doloso, homicídio decorrente de intervenção policial, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte) aumentou 55,3% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o mesmo período de 2014; apesar da alta, houve um declínio de 59,2% em relação aos seis primeiros meses de 2008, quando foi implantada a primeira UPP; das 73 vítimas de letalidade violenta no primeiro semestre de 2015 nas áreas de UPP, 56 foram vítimas de homicídio doloso;  Instituto de Segurança Pública (ISP).
Dados divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) apontam que o indicador letalidade violenta (soma de homicídio doloso, homicídio decorrente de intervenção policial, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte) aumentou 55,3% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o mesmo período de 2014; apesar da alta, houve um declínio de 59,2% em relação aos seis primeiros meses de 2008, quando foi implantada a primeira UPP; das 73 vítimas de letalidade violenta no primeiro semestre de 2015 nas áreas de UPP, 56 foram vítimas de homicídio doloso;  Instituto de Segurança Pública (ISP). (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247- O indicador letalidade violenta (soma de homicídio doloso, homicídio decorrente de intervenção policial, roubo seguido de morte e lesão corporal seguida de morte) aumentou 55,3% no primeiro semestre de 2015 em comparação com o mesmo período de 2014. Apesar da alta, houve um declínio de 59,2% em relação aos seis primeiros meses de 2008, quando foi implantada a primeira Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Os dados foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP).

Das 73 vítimas de letalidade violenta no primeiro semestre de 2015 nas áreas de UPP, 56 foram vítimas de homicídio doloso. O crescimento de assassinatos dolosos foi consequência, principalmente, do conflito entre facções que ocorreu no mês de maio de 2015 nas comunidades da Região Central do Rio (Coroa, Fallet, Fogueteiro e São Carlos), quando 11 pessoas foram vítimas.

Nos seis primeiros meses deste ano, seis policiais foram mortos durante serviço em quatro UPPs: UPP Alemão, UPP Cidade de Deus, UPP Fazendinha e UPP São Carlos. No mesmo período do ano passado, cinco policiais morreram durante o serviço.

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Os dados das Incidências Criminais e Administrativas referentes às UPPs abrangeram as 38 UPPs implantadas no estado. São elas: Adeus/Baiana, Alemão, Andaraí, Arará/Mandela, Barreira do Vasco/Tuiuti, Batam, Borel, Caju, Camarista/Méier, Cidade de Deus, Cerro-Corá, Chapéu Mangueira/Babilônia, Chatuba, Coroa/Fallet/Fogueteiro, Escondidinho/Prazeres, Fazendinha, Fé/Sereno, Formiga, Jacarezinho, Lins, Macacos, Mangueira, Mangueirinha, Manguinhos, Nova Brasília, Parque Proletário, Pavão-Pavãozinho, Providência, Rocinha, Salgueiro, Santa Marta, São Carlos, São João/Quieto/Matriz, Tabajaras, Turano, Vidigal, Vila Cruzeiro e Vila Kennedy.

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