No Rio, Beltrame pede transferência de presos

Secretário estadual de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame pediu à Justiça a transferência, para presídios federais, de dois suspeitos de liderar organizações criminosas na cidade: Marcelo Cardoso, o "Marcelo Pezão", e Marcos José de Lima Gomes, "Gão"; o grupo é conhecido por extorquir dinheiro de moradores e comerciantes da Zona Oeste da cidade do Rio, além de cometer crimes de tortura, agressão e assassinato

Secretário estadual de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame pediu à Justiça a transferência, para presídios federais, de dois suspeitos de liderar organizações criminosas na cidade: Marcelo Cardoso, o "Marcelo Pezão", e Marcos José de Lima Gomes, "Gão"; o grupo é conhecido por extorquir dinheiro de moradores e comerciantes da Zona Oeste da cidade do Rio, além de cometer crimes de tortura, agressão e assassinato
Secretário estadual de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame pediu à Justiça a transferência, para presídios federais, de dois suspeitos de liderar organizações criminosas na cidade: Marcelo Cardoso, o "Marcelo Pezão", e Marcos José de Lima Gomes, "Gão"; o grupo é conhecido por extorquir dinheiro de moradores e comerciantes da Zona Oeste da cidade do Rio, além de cometer crimes de tortura, agressão e assassinato (Foto: Leonardo Lucena)


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Vitor Abdala - Repórter da Agência Brasil

O secretário estadual de Segurança do Rio de Janeiro, José Mariano Beltrame, pediu hoje (11) à Justiça a transferência, para presídios federais, de dois suspeitos de liderar organizações criminosas na cidade: Marcelo Cardoso, conhecido como Marcelo Pezão, e Marcos José de Lima Gomes, conhecido como Gão.

Pezão é suspeito de chefiar a quadrilha que controla a venda de drogas na comunidade de Vila Kennedy, na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro. A polícia acredita que mesmo preso no Complexo Penitenciário de Gericinó, ele controlava os negócios na favela (vizinha ao presídio), que foi ocupada por uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em maio deste ano.

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Gão é suspeito de ser uma das lideranças da milícia conhecida como Liga da Justiça, que controla várias comunidades da zona oeste. O grupo é conhecido por extorquir dinheiro de moradores e comerciantes da região, além de cometer crimes de tortura, agressão e assassinato.

Gão foi preso na última terça-feira (5). Dois dias depois, a Polícia Civil fez uma grande operação para deter mais 25 integrantes do grupo, que além de dominar comunidades carentes da região, mantinha controle sobre seis conjuntos habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. Outros suspeitos de chefiar o grupo já estão presos em penitenciárias federais.

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