'Não se pode, de antemão, fechar porta da CPMF'
Líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), pediu cautela para uma análise mais profunda das medidas de ajuste anunciadas pelo governo neste contexto de crise: “Este debate tem que ser feito. Vamos discutir se é o ideal. Vamos olhar com calma. Se for necessário, vamos propor mais cortes”; sobre a CPMF, disse: “Não pode, de antemão, fechar a porta”, disse; o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), declarou que considera “improvável” a aprovação de uma PEC com a volta da CPMF; “Acho temeroso condicionar o sucesso de um ajuste fiscal a uma receita que sabemos ser de difícil equacionamento”, disse; “Além de o governo estar com uma base muito frágil, o tema por si só já é polêmico"
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247 - O líder do PMDB na Câmara, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), defendeu cautela no Congresso para uma análise mais profunda das medidas de ajuste anunciadas pelo governo neste contexto de crise: “Este debate tem que ser feito. Vamos discutir se é o ideal. Vamos olhar com calma. Se for necessário, vamos propor mais cortes.”
Ele também citou a volta da CPMF. “Não pode, de antemão, fechar a porta”, disse Picciani.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), disse que considera “improvável” a aprovação de uma PEC com a volta da CPMF. “Acho temeroso condicionar o sucesso de um ajuste fiscal a uma receita que sabemos ser de difícil equacionamento”, disse. “Além de o governo estar com uma base muito frágil, o tema por si só já é polêmico."
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