Não há mandado de prisão contra Witzel, mas escritório de sua esposa é alvo da operação da PF
A PF encontrou um contrato do escritório de advocacia da primeira-dama do Rio, Helena Witzel, com uma empresa investigada. Não há mandado de prisão contra o governador Wilson Witzel. São investigados gastos de R$ 1 bilhão na construção de hospitais de campanha durante a pandemia no Rio
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247 - A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (26) uma operação para cumprir mandados de busca na residência do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel. O escritório onde trabalha a primeira-dama, Helena Witzel, que é advogada, também é alvo das buscas. A corporação encontrou um contrato do escritório de advocacia dela com uma empresa investigada. Não há mandado de prisão contra Witzel.
A partir de um inquérito aberto a pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a Operação Placebo investiga gastos de R$ 1 bilhão na construção de hospitais de campanha durante a pandemia no Rio. São desvios de dinheiro ligados ao Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde para a construção de hospitais de campanha no combate ao coronavírus.
De acordo com as investigações, os valores dos contratos sem licitação incluem compra de respiradores, máscaras e testes rápidos, mas a maior parte do dinheiro, cerca de R$ 836 milhões, foi destinada à Organização Social (OS) Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde (Iabas).
Estão sendo cumpridos 12 mandados de busca nos estados de São Paulo e no Rio.
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