Não há ajustes a serem feitos na segurança dos jogos, diz ministro

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, afirmou que não há ajustes a se feito no esquema de segurança da Olimpíada após a morte de um agente da Força Nacional; Hélio Andrade integrava a equipe de militares que foi atacada a tiros ao entrar por engano em uma das comunidades da Maré, na Zona Norte do Rio; "Não há mudança nem ajustes a serem feitos. Não há problema. Existe um planejamento feito. O que houve foi uma fatalidade, reconhecidamente, tem que ser reconhecida como um ponto. Mudar esse processo seria uma irresponsabilidade", disse

Brasília - O Ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), General Sergio Etchegoyen, concede entrevista sobre a segurança nas Olimpiadas (José Cruz/Agência Brasil)
Brasília - O Ministro do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República (GSI/PR), General Sergio Etchegoyen, concede entrevista sobre a segurança nas Olimpiadas (José Cruz/Agência Brasil) (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional, Sérgio Etchegoyen, afirmou nesta sexta-feira (12) que não há ajustes a se feito no esquema de segurança da Olimpíada Rio 2016 após a morte de um agente da Força Nacional. Hélio Andrade integrava a equipe de militares que foi atacada a tiros na quarta-feira (10) ao entrar por engano em uma das comunidades da Maré, na Zona Norte do Rio. De acordo com o ministro, a morte do militar como uma "fatalidade".

"Não há mudança nem ajustes a serem feitos. Não há problema. Existe um planejamento feito. O que houve foi uma fatalidade, reconhecidamente, tem que ser reconhecida como um ponto. Mudar esse processo seria uma irresponsabilidade", disse ele durante coletiva de imprensa no Centro do Rio. Participaram da reunião os ministros Alexandre de Moraes (Justiça), Eliseu Padilha (Casa Civil) e Leonardo Picciani (Esporte); o chefe da polícia civil do Rio, Fernando Veloso, e o secretário estadual de segurança, José Mariano Beltrame, além do prefeito Eduardo Paes.

O ministro criticou a forma como o caso foi retratado pela imprensa, dizendo que o "espírito olímpico venceu o espírito de porco" e que "não se pode deixar de ver a floresta para ver a árvore". 

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O ataque aconteceu na quarta (10), quando três agentes num carro da Força Nacional entraram por engano na Vila do João, uma das comunidades do conjunto de favelas da Maré. O veículo foi alvejado por bandidos. Depois de ser baleado na cabeça, Andrade foi levado em estado grave para o Hospital Salgado Filho. O soldado perdeu muita massa encefálica e foi operado por uma equipe de três neurocirurgiões durante 4 horas e meia. Mas não resistiu ao ferimento.

 

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