“Nada justifica o que aconteceu”, diz vítima de estupro
A jovem vítima de estupro coletivo na Zona Oeste do Rio se defendeu de ataques, e confirmou que bebia, fumava e costumava frequentar favelas; ela criticou a posição contrária de algumas mulheres; "Obrigada pelo apoio de todos. Nada justifica o que aconteceu. Sempre saí, todos sabem. Bebia, fumava e, sim, andava em favelas. Mas não é por esse motivo que justifica isso. O que mais doi é saber que mulheres estão falando coisas contra. Cuidado que isso pode acontecer com qualquer uma!, disse ela no Twitter
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Rio 247 - A jovem vítima de estupro coletivo na Zona Oeste do Rio se defendeu de ataques, neste sábado (28), e confirmou que bebia, fumava e costumava frequentar favelas. Ela criticou a posição contrária de algumas mulheres.
"Obrigada pelo apoio de todos. Nada justifica o que aconteceu. Sempre saí, todos sabem. Bebia, fumava e, sim, andava em favelas. Mas não é por esse motivo que justifica isso. O que mais doi é saber que mulheres estão falando coisas contra. Cuidado que isso pode acontecer com qualquer uma!, disse ela no Twitter.
A advogada da jovem de 16 anos vítima de um estupro coletivo na zona oeste do Rio pedirá o afastamento do delegado Alessandro Thiers das investigações. Segundo Eloísa Samy Santiago, o titular da Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) teria conduzido o interrogatório de forma inadequada.
"Ele está criminalizando e culpabilizando a vítima. Uma das perguntas que fez ontem, e que fiquei absolutamente estarrecida e indignada, foi se a vítima tinha por hábito fazer sexo em grupo. Isso para uma vítima de estupro coletivo. Encerrei o depoimento", disse ela, segundo relato do jornal Extra. A jovem foi violentada por 33 homens armados (leia mais aqui).
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