MPT encontra irregularidade na jornada de trabalhadores do Rock in Rio

Trabalhadores foram encontrados dormindo nas estruturas do segundo maior palco do festival, que acabou neste domingo (6)

(Foto: Reprodução)


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Carta Capital - O Rock in Rio terminou neste domingo 6, mas os dias de festival não foram somente de música e cultura para quem estava na Cidade do Rock. Auditores do Ministério Público do Trabalho do Rio de Janeiro (MPT-RJ) encontraram irregularidades na contratação e no horário de trabalhadores, assim como falta de equipamentos de proteção e até pessoas dormindo nas partes internas dos palcos.

De acordo com nota divulgada pelo MPT-RJ, as inspeções começaram desde o primeiro dia de shows, tendo em vista o histórico de “inúmeras violações às leis e normas trabalhistas, inclusive situação de trabalho análoga à escravidão” das edições anteriores do Rock in Rio.

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“Nos primeiros dias de shows apurou-se falta de equipamentos de proteção, irregularidades na contratação de trabalhadores, falta de uniforme, dentre outras não conformidades, sendo que a maioria foi sanada pelas empresas responsáveis. As inspeções serão realizadas em todos os dias do evento”, disse a procuradora do Trabalho Juliane Mombelli em nota divulgada no dia 3 de outubro.

No sábado 5, a fiscalização encontrou ao menos três trabalhadores dormindo nas estruturas do Palco Sunset, o segundo maior do festival. De acordo com o portal G1, os funcionários eram contratados pela empresa Entrearte e trabalhavam carregando equipamentos e instrumentos musicais. Nas redes sociais, houve indignação com a organização do festival.

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A empresa teria sido multada em 30 mil reais após o incidente. Para a reportagem do G1, um auditor afirmou que a Entrearte já havia sido notificada um dia antes sobre a situação de trabalho dos funcionários.

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