MPF: secretaria responsável por obras em encostas da Região Serrana tinha propina personalizada
O desvio chegou a mais de R$ 4 bilhões, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF)
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247 - Secretaria gênese da corrupção investigada pela Lava Jato do Rio, segundo procuradores, a pasta estadual de Obras do estado passou ano sendo alvo de uma organização criminosa especializada em superfaturar material de construções, em processos licitatórios e em desviar dinheiro público. O desvio chegou a mais de R$ 4 bilhões, de acordo com o Ministério Público Federal (MPF). As informações foram publicadas pelo portal G1. em um contexto no qual a Região Serrana do Rio sofre com faltas de obras e, em consequência, com a tempestada que castiga a cidade de Petrópolis na Região Serrana do Rio.
De acordo com o Ministério Público Federal, por 15 anos, a secretaria responsável por melhorar a infraestrutura do estado – inclusas aí as obras para encostas na Região Serrana – foi transformada em um bunker arrecadador de propina, além de uma mina de dinheiro clandestino para campanha política do então PMDB.
Na pasta havia uma porcentagem de propina própria, chamada “taxa de oxigênio”. Além dos 5% que as empreiteiras pagavam ao ex-governador Sérgio Cabral, havia um pagamento a mais, de 1%, exclusivo para a secretaria.
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