MPF recomenda que duas unidades da Marinha no Rio não comprem picanha

Caso a recomendação não seja adotada, o MPF avisou ainda que pode entrar com ações judiciais contra os dois comandos por "eventuais danos materiais e/ou morais suportados pela administração pública"


O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, declarou nesta terça-feira (23) que uma intervenção militar no país seria um "enorme retrocesso"; para ele, o pedido de intervenção é sinal que o país tem problemas e que o Brasil está a "caminho de uma fragmentação"
O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, declarou nesta terça-feira (23) que uma intervenção militar no país seria um "enorme retrocesso"; para ele, o pedido de intervenção é sinal que o país tem problemas e que o Brasil está a "caminho de uma fragmentação" (Foto: Charles Nisz)


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247 - O Ministério Público Federal decidiu recomendar aos comandos da Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia e do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira, ligado à Marinha, que evitem comprar picanha ou outros cortes nobres de carne mais caros. A informação é do jornalista Lauro Jardim, em sua coluna no jornal O Globo.

De acordo com o jornalista, caso a recomendação não seja adotada, o MPF avisou ainda que pode entrar com ações judiciais contra os dois comandos por "eventuais danos materiais e/ou morais suportados pela administração pública".

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A recomendação ocorre a partir de representação feita por deputados do PSB. À PGR, eles pediram investigação de processos de compra do governo federal.

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