MPF confirma participação de Nuzman na 'farra dos guardanapos'

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro confirmou que Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), preso nesta quinta-feira 5 em um desdobramento da Lava Jato, participou da festa conhecida como "farra dos guardanapos", em Paris, que teve a presença do ex-governador Sergio Cabral

O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro confirmou que Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), preso nesta quinta-feira 5 em um desdobramento da Lava Jato, participou da festa conhecida como "farra dos guardanapos", em Paris, que teve a presença do ex-governador Sergio Cabral
O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro confirmou que Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), preso nesta quinta-feira 5 em um desdobramento da Lava Jato, participou da festa conhecida como "farra dos guardanapos", em Paris, que teve a presença do ex-governador Sergio Cabral (Foto: Gisele Federicce)


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Rio 247 – O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro confirmou que Carlos Arthur Nuzman, presidente do Comitê Olímpico Brasileiro (COB), preso nesta quinta-feira 5, participou da festa conhecida como "farra dos guardanapos", em Paris.

Além de Nuzman, estiveram na festa o ex-governador do Rio Sergio Cabral, o ex-secretário de Saúde Sérgio Côrtes, o ex-secretário de Governo Wilson Carlos, o dono da empreiteira Delta Construções, Fernando Cavendish, e o empresário Georges Sadala.

Nuzman foi preso em um desdobramento da Lava Jato, suspeito de intermediar a compra de votos de integrantes do Comitê Olímpico Internacional (COI) para a eleição do Rio como sede da Olimpíada de 2016. Leonardo Gryner, ex-diretor de operações do comitê Rio 2016 e braço-direito do presidente, também foi preso.

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"Enquanto medalhistas olímpicos buscavam a tão sonhada medalha de ouro, dirigentes do COB guardavam o seu ouro na Suíça", afirmou a procuradora Fabiana Schneider, em referência aos 16kg de ouro em barras não declaradas à Receita pertencentes a Nuzman (leia mais).

Segundo a procuradora, ainda há forte suspeita de que outros membros do comitê eleitoral para a Olimpíada de 2016 tenham recebido propina para escolher o Rio como cidade sede.

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