MP vai à cadeia pública de Benfica investigar regalias a Cabral

Promotores do MP-RJ vão à cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, Zona Norte do Rio, para investigar regalias do ex-governador Sérgio Cabral; o peemedebista está sendo investigado pelos crimes contra a administração e falsidade ideológica no caso da sala de cinema que estava sendo montada dentro do presídio; uma televisão de 65 polegadas que custou R$ 7 mil e com vários títulos de filmes disponíveis para os presidiários

Promotores do MP-RJ vão à cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, Zona Norte do Rio, para investigar regalias do ex-governador Sérgio Cabral; o peemedebista está sendo investigado pelos crimes contra a administração e falsidade ideológica no caso da sala de cinema que estava sendo montada dentro do presídio; uma televisão de 65 polegadas que custou R$ 7 mil e com vários títulos de filmes disponíveis para os presidiários
Promotores do MP-RJ vão à cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, Zona Norte do Rio, para investigar regalias do ex-governador Sérgio Cabral; o peemedebista está sendo investigado pelos crimes contra a administração e falsidade ideológica no caso da sala de cinema que estava sendo montada dentro do presídio; uma televisão de 65 polegadas que custou R$ 7 mil e com vários títulos de filmes disponíveis para os presidiários (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Promotores do Ministério Público Estadual (MP-RJ) vão à cadeia pública José Frederico Marquês, em Benfica, Zona Norte do Rio, no início da tarde desta segunda-feira (4), para investigar regalias do ex-governador Sérgio Cabral.

O peemedebista está sendo investigado pelos crimes contra a administração e falsidade ideológica no caso da sala de cinema que estava sendo montada dentro do presídio. Uma televisão de 65 polegadas que custou R$ 7 mil e com vários títulos de filmes disponíveis para os presidiários.

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O Ministério Público pediu para ouvir o ex-governador no prédio do MP, no Centro.

O juiz Marcelo Bretas, responsável pelos processos da Operação Lava Jato no Rio, concordou, mas a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) não autorizou e disse que ex-governador poderia ser ouvido na prisão.

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