MP-RJ quer investigar comandante-geral da PM

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) vai pedir à Corregedoria-Geral da União (CGU) uma investigação pelo aumento de patrimônio do comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel José Luís Castro Menezes; a operação prendeu 25 pessoas, das quais 24 eram policiais militares, denunciados por participarem de esquema de arrecadação de propinas de moradores, do comércio e do transporte irregular em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) vai pedir à Corregedoria-Geral da União (CGU) uma investigação pelo aumento de patrimônio do comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel José Luís Castro Menezes; a operação prendeu 25 pessoas, das quais 24 eram policiais militares, denunciados por participarem de esquema de arrecadação de propinas de moradores, do comércio e do transporte irregular em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro
O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) vai pedir à Corregedoria-Geral da União (CGU) uma investigação pelo aumento de patrimônio do comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel José Luís Castro Menezes; a operação prendeu 25 pessoas, das quais 24 eram policiais militares, denunciados por participarem de esquema de arrecadação de propinas de moradores, do comércio e do transporte irregular em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro (Foto: Leonardo Lucena)


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Da Agência Brasil

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) vai pedir à Corregedoria-Geral da União (CGU) uma investigação pelo aumento de patrimônio do comandante-geral da Polícia Militar (PM), coronel José Luís Castro Menezes. A Promotoria de Justiça da Auditoria Militar requisitará a instauração de procedimento investigatório e sindicância patrimonial para apurar a denúncia, feita em depoimento por um policial preso na Operação Amigos S.A.

A operação, deflagrada na semana passada, prendeu 25 pessoas, das quais 24 eram policiais militares, denunciados por participarem de esquema de arrecadação de propinas de moradores, do comércio e do transporte irregular em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro, área do 14º Batalhão da PM.

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O autor da denúncia, cujo nome não foi revelado, disse que todos os batalhões eram obrigados a recolher R$ 15 mil ao Estado-Maior da PM. A partir da informação, o MP-RJ pretende que a CGU investigue o comando da PM do Rio e os oficiais ligados ao Estado-Maior, podendo incluir investigação aos comandos anteriores da corporação. No depoimento divulgado, o PM fez acordo de delação premiada com a Justiça para ter o direito de responder às acusações em liberdade.

A Agência Brasil entrou em contato com a assessoria de imprensa da PM do Rio, mas não obteve retorno até a edição desta matéria.

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