MP-RJ: empresário tentou vender OS por R$ 100 mi

Ação civil movida pelo Ministério Público (MP-RJ) em agosto de 2015 contra a organização social Instituto SAS denuncia a tentativa de um dos dirigentes da OS de vender a instituição por R$ 100 milhões; de acordo com o MP, o acusado da manobra ilegal seria Fábio Berti Carone, empresário que chegou a ser preso em 2012 por desvios de recursos públicos em hospitais de São Paulo; a OS SAS também é acusada de desviar quase R$ 11 milhões dos cofres públicos

Ação civil movida pelo Ministério Público (MP-RJ) em agosto de 2015 contra a organização social Instituto SAS denuncia a tentativa de um dos dirigentes da OS de vender a instituição por R$ 100 milhões; de acordo com o MP, o acusado da manobra ilegal seria Fábio Berti Carone, empresário que chegou a ser preso em 2012 por desvios de recursos públicos em hospitais de São Paulo; a OS SAS também é acusada de desviar quase R$ 11 milhões dos cofres públicos
Ação civil movida pelo Ministério Público (MP-RJ) em agosto de 2015 contra a organização social Instituto SAS denuncia a tentativa de um dos dirigentes da OS de vender a instituição por R$ 100 milhões; de acordo com o MP, o acusado da manobra ilegal seria Fábio Berti Carone, empresário que chegou a ser preso em 2012 por desvios de recursos públicos em hospitais de São Paulo; a OS SAS também é acusada de desviar quase R$ 11 milhões dos cofres públicos (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - Ação civil movida pelo Ministério Público (MP-RJ) em agosto de 2015 contra a organização social Instituto SAS denuncia a tentativa de um dos dirigentes da OS de vender a instituição por R$ 100 milhões. De acordo com o MP, o acusado da manobra ilegal seria Fábio Berti Carone, empresário que chegou a ser preso em 2012 por desvios de recursos públicos em hospitais de São Paulo. A OS SAS também é acusada de desviar quase R$ 11 milhões dos cofres públicos.

Carone não assinava os contratos com a prefeitura no Rio, informou o MP na ação. O signatário do Instituto SAS é Paulo Celso de Carvalho Morais, que desde 2012, responde por contratos do município com a OS, que deixou de se chamar Instituto SAS para ser Rede de Promoção à Saúde (RPS).

o Instituto SAS/RPS conseguiu se manter à frente, por exemplo, do Hospital Maternidade Maria Amélia Buarque de Hollanda, no Centro, e da Unidade de Pronto Atendimento de Rocha Miranda, no bairro de mesmo nome, na Zona Norte, apesar dos alertas de irregularidades apontados pelo MP e pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) em relação à OS. As informações são do G1. 

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No entanto, o motivo para o “término” não foi consequência das irregularidades destacadas por outras entidades. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) confirmou que o relatório do TCM apontou as irregularidades, mas, de acordo com a pasta, “a OS tinha o direito de defesa, conforme regras da administração pública”.

A pasta informou que o contrato com a OS foi rescindido por não cumprimento de recomendações da Comissão Técnica de Avaliação referente a encargos trabalhistas.

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