MP-RJ dissolve grupo responsável por investigar Flávio e Carlos Bolsonaro

Decisão do procurador-geral de Justiça do Rio, Luciano Mattos, extinguiu as atividades do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc), Com isso, as investigações que focam o senador Flávio Bolsonaro e o vereador Carlos Bolsonaro ficarão sob responsabilidade do Gaeco

Flávio e Carlos Bolsonaro
Flávio e Carlos Bolsonaro (Foto: Reuters)


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247 - O procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, Luciano Mattos, determinou o fim das atividades do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc), que atua no combate à corrupção em todo o estado. Com a decisão, as investigações que têm como foco o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) ficarão sob responsabilidade do Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (Gaeco). A informação é do G1. 

De acordo com publicação no Diário Oficial desta quinta-feira (4), o Gaeco passará a contar com um núcleo especializado  no combate à corrupção. Apesar disso, o número de integrantes do órgão foi reduzido de 28 para 15.  

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O Gaecc atuou na investigação do esquema de “rachadinha” existente no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O órgão, porém, se afastou do caso após o Tribunal de Justiça decidir que o parlamentar tinha direito ao foro especial. 

O Gaecc também foi responsável por apurar a suspeita de que o vereador Carlos Bolsonaro empregou funcionários fantasmas em seu gabinete na Câmara Municipal. O homicídio da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes continuará sendo investigado pelo Gaeco. 

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