MP-RJ denuncia agressões a PMs em Paty do Alferes

O Ministério Público do Estado do Rio denunciou ao Juízo da Vara Única de Paty do Alferes dez pessoas envolvidas em um quebra-quebra ocorrido no dia 14 de setembro, que resultou em sete policiais militares feridos, na depredação do Destacamento de Policiamento Ostensivo e na destruição de 13 viaturas; sete dos dez denunciados tiveram a prisão preventiva requerida pelo ministério

O Ministério Público do Estado do Rio denunciou ao Juízo da Vara Única de Paty do Alferes dez pessoas envolvidas em um quebra-quebra ocorrido no dia 14 de setembro, que resultou em sete policiais militares feridos, na depredação do Destacamento de Policiamento Ostensivo e na destruição de 13 viaturas; sete dos dez denunciados tiveram a prisão preventiva requerida pelo ministério
O Ministério Público do Estado do Rio denunciou ao Juízo da Vara Única de Paty do Alferes dez pessoas envolvidas em um quebra-quebra ocorrido no dia 14 de setembro, que resultou em sete policiais militares feridos, na depredação do Destacamento de Policiamento Ostensivo e na destruição de 13 viaturas; sete dos dez denunciados tiveram a prisão preventiva requerida pelo ministério (Foto: Leonardo Lucena)


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Ministério Público do Rio de Janeiro - O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou ao Juízo da Vara Única de Paty do Alferes dez pessoas envolvidas em um quebra-quebra ocorrido no dia 14 de setembro, que resultou em sete policiais militares feridos, na depredação do Destacamento de Policiamento Ostensivo (DPO) do bairro do Arcozelo e na destruição de 13 viaturas. A denúncia foi oferecida pelo promotoria de Justiça do município. Sete dos dez denunciados tiveram a prisão preventiva requerida pelo MP. Na manhã desta quinta-feira (21/11), a polícia cumpriu os mandados expedidos pela Justiça e prendeu os acusados.

De acordo com a denúncia, tudo começou com uma operação de rotina realizada pela PM para coibir crimes de trânsito. Durante uma abordagem, a motociclista Mara Lucia Feijó da Silveira não obedeceu a ordem de parar e fugiu em alta velocidade sendo perseguida pelos policiais. Ela perdeu o controle da motocicleta quando passava por um quebra-molas e morreu. Após o acidente, a viatura da PM foi cercada e incendiada por um grupo de 40 pessoas. Ainda segundo a denúncia, a revolta se deu não só pela morte da motociclista, mas também pelo inconformismo da população com as constantes batidas policiais na região, com aplicação de multas e apreensão de automóveis.

O comando da PM informou ao MP que cerca de 800 pessoas transformaram o local em uma praça de guerra e passaram a agredir os policiais com pedras, paus, barras de ferro, fogos de artifício, coquetéis molotov e disparos por armas de fogo. Foram danificadas 13 viaturas da polícia, sendo duas incendiadas. O edifício público que sediava o DPO foi completamente destruído pelo fogo e a marretadas. O pequeno efetivo de policiais da região foi obrigado a recuar e aguardar a chegada da Tropa de Choque.

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Entre os denunciados estão cinco de seis pessoas apontadas por incitar a revolta, fornecer material inflamável e convencer menores e adolescentes a participar das depredações: José Carlos Costa, José Ricardo Trindade, Luiz Antonio de Anuncio, Orozino Antônio Batista Filho e Jaci Sobreira da Costa. Um sexto homem ainda não foi identificado. Eles foram denunciados por lesão corporal, incêndio qualificado, dano ao patrimônio público, formação de quadrilha e corrupção de menores.

Mais quatro pessoas foram denunciadas. Apontado por fazer pichações no DPO, Pablo Francisco de Azevedo Silva é acusado por dano ao patrimônio público. Edson Canuto dos Santos é acusado de receptação, pois teria adquirido um botijão de gás roubado do DPO. Carlos José Lins de Avelar por dano a viaturas policiais. Fernando da Silva Oliveira e Luiz Alberto da Silva Soares são acusados de participar de incêndios a veículos. O MP requereu a prisão preventiva de Luiz Alberto e Fernando da Silva, além dos outros cinco apontados por incitar a revolta.

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