MP: Queiroz não agiu sem o conhecimento de seus superiores
Troca de mensagens entre o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, e uma ex-assessora apontada como fantasma, Danielle Nóbrega, é citada como prova pelo MP do Rio de que Queiroz "não agiu sem o conhecimento de seus superiores hierárquicos"
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247 - Na investigação do Ministério Público do Rio sobre a "rachadinha" no gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj, diferentemente do que foi alegado pela defesa do ex-assessor do filho Zero Um de Jair Bolsonaro, Fabrício Queiroz "não agiu sem o conhecimento de seus superiores hierárquicos".
A afirmação, conta O Globo nesta quinta-feira (19), aparece ao menos duas vezes no documento que os promotores encaminharam à Justiça para pedir a operação de busca e apreensão realizada na quarta (18).
O MP cita a troca de mensagens reproduzida abaixo entre Queiroz e uma ex-assessora apontada como fantasma, Danielle Nóbrega, como prova:

"Fabrício Queiroz não agiu sem o conhecimento de seus superiores hierárquicos como alegou sua defesa nos autos do Procedimento Investigatório Criminal, pois o próprio revelou para Danielle Mendonça que retinha contracheques para prestar contas a terceiros sobre os salários recebidos pelos 'funcionários fantasmas' e os percentuais retornados ('rachadinhas') à organização criminosa", diz trecho do documento do MP.
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