MP pede que STF mantenha investigação a Romário
O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios solicitou ao Supremo a continuidade das investigações sobre suposto crime ambiental praticado em casa alugada pelo senador Romário (PSB-RJ); de acordo com as investigações, foi feita uma reforma em campo de futebol e outro de futevôlei, além da construção de um píer na casa, localizada à beira do Lago Paranoá, em Brasília; a assessoria do senador diz que ele fez "apenas adequações depois que alugou o imóvel"
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Rio 247 - O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) a continuidade das investigações sobre suposto crime ambiental praticado em casa alugada pelo senador Romário (PSB-RJ). Só o Supremo pode processar e julgar casos envolvendo parlamentares do Congresso Nacional.
O STF vai aguardar posicionamento da Procuradoria-Geral da República (PGR) para decidir se abrirá ou não inquérito contra o senador do Rio. De acordo com as investigações conduzidas pela Delegacia Especial de Proteção ao Meio Ambiente e à Ordem Urbanística do Departamento da Polícia Civil do Distrito Federal, foi feita uma reforma em campo de futebol e outro de futevôlei, além da construção de um píer na casa, localizada à beira do Lago Paranoá, em Brasília.
De acordo com o Broadcast Político, as reformas teriam sido conduzidas na época em que o então deputado federal inicialmente alugou a casa, entre 2012 e 2013, e Romário continua morando na mesma mansão.
"Extrai-se da leitura do caderno apuratório que há fortes indícios de que o senador Romário de Souza Faria tenha causado danos ambientais em unidade de conservação e, em razão das referidas construções tenha impedido e dificultado a regeneração natural da vegetação", diz a promotora de Justiça Luciana Leitão.
A assessoria do senador informou que Romário não construiu as quadras, realizando "apenas adequações depois que alugou o imóvel".
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