MP investigará atuação da polícia e depredação na greve geral no Rio

O MP-RJ vai investigar a atuação da PM na dispersão de manifestantes que estavam reunidos, no centro da cidade, em ato em apoio à greve geral e contra as reformas trabalhistas e da Previdência, em tramitação no Congresso; em nota, o MPRJ informou que também vai apurar os episódios de depredação do patrimônio público registrados no mesmo dia

O MP-RJ vai investigar a atuação da PM na dispersão de manifestantes que estavam reunidos, no centro da cidade, em ato em apoio à greve geral e contra as reformas trabalhistas e da Previdência, em tramitação no Congresso; em nota, o MPRJ informou que também vai apurar os episódios de depredação do patrimônio público registrados no mesmo dia
O MP-RJ vai investigar a atuação da PM na dispersão de manifestantes que estavam reunidos, no centro da cidade, em ato em apoio à greve geral e contra as reformas trabalhistas e da Previdência, em tramitação no Congresso; em nota, o MPRJ informou que também vai apurar os episódios de depredação do patrimônio público registrados no mesmo dia (Foto: Leonardo Lucena)


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Ivan Richard Esposito - Repórter da Agência Brasil

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) vai investigar a atuação da Polícia Militar (PM) na dispersão de manifestantes que estavam reunidos, na última sexta-feira (28), no centro da cidade, em ato em apoio à greve geral e contra as reformas trabalhistas e da Previdência, em tramitação no Congresso Nacional. 

Em nota, o MPRJ informou que também vai apurar os episódios de depredação do patrimônio público registrados no mesmo dia.

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Em meio aos atos que marcavam o encerramento dos protestos, policiais militares dispararam bombas de efeito moral na direção de trabalhadores que cantavam o Hino Nacional na Cinelândia. A PM também disparou artefatos de dissuasão na direção do palco, onde estavam líderes dos movimentos.

Violência

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Ao longo dia, também foram registrados casos de destruição de patrimônios públicos e privados por manifestantes mascarados. Em nota, a Assessoria de Direitos Humanos, do Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública e dos Centros de Apoio às Promotorias de Justiça Criminais e de Cidadania, repudiou os atos violentos ocorridos na sexta-feira.

“Dessa forma, serão apurados os episódios de violência, tanto em relação aos excessos praticados pelos agentes públicos, que devem garantir o direito legítimo de manifestação, quanto daqueles que depredaram e incendiaram bens públicos e de uso comum”, diz trecho da nota.

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O MPRJ informou ainda que a população pode registrar denúncias de violência na ouvidoria do órgão, por meio do telefone 127 e ou do endereço http://www.mprj.mp.br/comunicacao/ouvidoria .

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