MP investiga recursos do BNDES no porto de Eike

Devido ao cancelamento de diversas obras e à situação de venda de ações da empresa OGX, do empresário Eike Batista, o Ministério Público Federal visa obter maior transparência na gestão dos recursos federais que possam ter sido empregados na construção do Porto do Açu, em São João da Barra, Norte do Estado do Rio

Devido ao cancelamento de diversas obras e à situação de venda de ações da empresa OGX, do empresário Eike Batista, o Ministério Público Federal visa obter maior transparência na gestão dos recursos federais que possam ter sido empregados na construção do Porto do Açu, em São João da Barra, Norte do Estado do Rio
Devido ao cancelamento de diversas obras e à situação de venda de ações da empresa OGX, do empresário Eike Batista, o Ministério Público Federal visa obter maior transparência na gestão dos recursos federais que possam ter sido empregados na construção do Porto do Açu, em São João da Barra, Norte do Estado do Rio (Foto: Leonardo Lucena)


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247, com Procuradoria da República do Rio - O Ministério Público Federal (MPF), em Campos dos Goytacazes (RJ), determinou a apuração de eventual uso de verbas públicas na implantação de pátios logísticos no Porto do Açu, localizado em São João da Barra (RJ).

Com o cancelamento da encomenda das plataformas OSX 4 e 5 e das plataformas fixas de produção 1, 3 e 4, que seriam destinadas a obras de instalação da petroleira OGX Petróleo e Gás, o MPF, por meio de inquérito civil instaurado, em 2009, pelo procurador da República Eduardo Santos de Oliveira - irá cobrar maior transparência na prestação de contas das empresas que, eventualmente, receberam recursos públicos federais para o projeto, dado que parte considerável dos recursos do BNDES é oriunda do Tesouro Nacional.

Devido ao cancelamento de diversas obras e à situação de venda de ações da empresa OGX, o MPF visa obter a devida transparência na gestão dos recursos federais que possam ter sido empregados na construção do Porto do Açu, com fins de, entre outras medidas, informar ao mercado e à sociedade a destinação de verbas públicas.

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Novo dono

O Porto de Açu é um empreendimento concebido pelo grupo EBX, de Eike Batista. Mas diante da crise financeira pela qual passa o empresário, quem assumirá o controle da LLX, braço logístico da EBX, é a EIG Global Energy Partners, presidida por Blair Thomas.

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Com o novo dono, a LLX terá um aumento de capital que chega a R$ 1,3 bilhão. Dessa forma, o capital da empresa passará de R$ 624,544 milhões para R$ 1,924 bilhão. Mesmo após o Grupo EIG, de Blair Thomas, assumir a LLX, Eike Batista seguirá com 21% da companhia e poderá indicar um membro para seu conselho de administração.

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