Morte de Playboy não foi execução, diz PF

A operação conjunta entre as três forças policiais, civil, federal e militar, que culminou com a morte do traficante Playboy foi legítima, segundo o delegado da PF Carlos Eduardo Antunes Thomé; de acordo com o delegado, que participou das investigações e também da operação no Morro da Pedreira no último final de semana, não houve execução ao traficante, como alegou a família de Playboy no enterro; "Houve um cerco à casa onde ele estava, ele tentou evadir-se do local e trocou tiros com uma equipe da Core, que revidou e o atingiu", afirmou o delegado

A operação conjunta entre as três forças policiais, civil, federal e militar, que culminou com a morte do traficante Playboy foi legítima, segundo o delegado da PF Carlos Eduardo Antunes Thomé; de acordo com o delegado, que participou das investigações e também da operação no Morro da Pedreira no último final de semana, não houve execução ao traficante, como alegou a família de Playboy no enterro; "Houve um cerco à casa onde ele estava, ele tentou evadir-se do local e trocou tiros com uma equipe da Core, que revidou e o atingiu", afirmou o delegado
A operação conjunta entre as três forças policiais, civil, federal e militar, que culminou com a morte do traficante Playboy foi legítima, segundo o delegado da PF Carlos Eduardo Antunes Thomé; de acordo com o delegado, que participou das investigações e também da operação no Morro da Pedreira no último final de semana, não houve execução ao traficante, como alegou a família de Playboy no enterro; "Houve um cerco à casa onde ele estava, ele tentou evadir-se do local e trocou tiros com uma equipe da Core, que revidou e o atingiu", afirmou o delegado (Foto: Leonardo Lucena)


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Jornal do Brasil - A operação conjunta entre as três forças policiais, civil, federal e militar, que culminou com a morte do traficante Playboy foi legítima, segundo o delegado da PF Carlos Eduardo Antunes Thomé. De acordo com o delegado, que participou das investigações e também da operação no Morro da Pedreira no último sábado, não houve execução ao traficante, como alegou a família de Playboy no enterro, que aconteceu neste domingo (9).

"A ação foi totalmente legítima. Houve um cerco à casa onde ele estava, ele tentou evadir-se do local e trocou tiros com uma equipe da Core, que revidou e o atingiu. A operação tinha a intenção de prender o Playboy e foi um sucesso. Nós vamos continuar com essas integrações entre as polícias", garantiu o delegado.

Nesta segunda-feira (10), dois dias após a morte do traficante, seis mil alunos da rede pública ficaram sem aulas na região. Uma escola da rede estadual e outras nove municipais, além de três creches e cinco espaços de desenvolvimento infantil não abriram as portas. Por outro lado, o comércio funcionou normalmente.

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Desde domingo (9), cerca de 400 homens do Comando de Operações Especiais da PM reforçam o policiamento na região de Costa Barros, onde fica o Morro da Pedreira.

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