Molon: esta Casa não pode escolher quem vai governar o Brasil
O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), disse que isso só seria possível se, em 1993, o País tivesse escolhido o parlamentarismo como regime de governo, não o parlamentarismo; "Esta Casa não pode escolher quem vai governar o Brasil. O povo é quem escolhe"; Molon disparou críticas contra presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ); "Isso (o impeachment) é uma chantagem, uma vingança de um réu que fez sabotagens, manobras e pressões para não ser cassado no Conselho de Ética"
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247, com Agência Câmara - O líder da Rede, deputado Alessandro Molon (RJ), afirmou que o partido está dividido e a bancada terá liberdade para votar como quiser, apesar da orientação favorável ao impeachment por parte da Executiva Nacional.
Molon vai votar contra. Ele disse que a votação do impeachment no Plenário nada tem a ver com o combate à corrupção, já que é protagonizado por deputados investigados. “A impunidade deve ser combatida sim, mas infelizmente há quem apoia esse processo justamente para esvaziar a Lava Jato”, criticou.
Ele acrescentou que o Plenário quer desfazer o voto das urnas. “Isso só pode ocorrer em casos excepcionais e não é o caso desse parecer pró-impeachment", destacou.
Molon disparou críticas ao presidente da Câmara Federal, deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), responsável pela condução ao processo de impeachment na Casa. "Cunha é réu no STF por corrupção e por lavagem de dinheiro. Isso (o impeachment) é uma chantagem, uma vingança de um réu que fez sabotagens, manobras e pressões para não ser cassado no Conselho de Ética", disse.
De acordo com o deputado, os defensores do impeachment "entrarão na Câmara pelas portas dos fundos porque são traidores da democracia".
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