Ministro do STF nega liberdade a Picciani e Paulo Melo

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli negou habeas corpus com pedido de liberdade ao presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, e ao deputado Paulo Melo, ambos do PMDB, alvos da Operação Cadeia Velha; parlamentares são acusados junto com empresários e intermediários fazerem parte de um esquema de propina para a compra de decisões na Alerj para o setor de transportes; de acordo com o MPF, Picciani e Melo receberam, juntos, R$ 131,5 milhões em propinas da Fetranspor) entre 2010 e março de 2017

O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli negou habeas corpus com pedido de liberdade ao presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, e ao deputado Paulo Melo, ambos do PMDB, alvos da Operação Cadeia Velha; parlamentares são acusados junto com empresários e intermediários fazerem parte de um esquema de propina para a compra de decisões na Alerj para o setor de transportes; de acordo com o MPF, Picciani e Melo receberam, juntos, R$ 131,5 milhões em propinas da Fetranspor) entre 2010 e março de 2017
O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli negou habeas corpus com pedido de liberdade ao presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, e ao deputado Paulo Melo, ambos do PMDB, alvos da Operação Cadeia Velha; parlamentares são acusados junto com empresários e intermediários fazerem parte de um esquema de propina para a compra de decisões na Alerj para o setor de transportes; de acordo com o MPF, Picciani e Melo receberam, juntos, R$ 131,5 milhões em propinas da Fetranspor) entre 2010 e março de 2017 (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli negou habeas corpus com pedido de liberdade ao presidente afastado da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani, e ao deputado Paulo Melo, ambos do PMDB, alvos da Operação Cadeia Velha. Eles foram presos na operação Cadeia Velha, deflagrada no último dia 14. Também foi detido o líder do governo Edson Albertassi — também do PMDB.

Os parlamentares são acusados junto com empresários e intermediários fazerem parte de um esquema de propina para a compra de decisões na Alerj para o setor de transportes. De acordo com as investigações, o esquema teria começado nos anos 1990, por Cabral, e atualmente seria comandado pelo presidente da Alerj, deputado Jorge Picciani, por seu antecessor, deputado Paulo Melo, e pelo líder do governo Edson Albertassi, caciques do PMDB fluminense.

De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), Picciani e Melo receberam, juntos, R$ 131,5 milhões em propinas da Federação das Empresas de Transportes de Passageiros do Estado do Rio de Janeiro (Fetranspor) entre 2010 e março de 2017. A investigação aponta que o presidente da Alerj foi o destinatário de R$ 77,2 milhões até este ano, enquanto Melo arrecadou R$ 54,3 milhões até 2015, último ano de sua gestão na presidência da Alerj.

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