Minc quer proibir venda de rojões no Rio

“O projeto não proíbe todos os fogos; alguns são inofensivos. Ele proíbe aqueles que têm poder ofensivo de matar uma pessoa. A carga de pólvora ou explosivo será definida pela Secretaria Estadual de Segurança”, diz o deputado estadual Carlos Minc, do PT

“O projeto não proíbe todos os fogos; alguns são inofensivos. Ele proíbe aqueles que têm poder ofensivo de matar uma pessoa. A carga de pólvora ou explosivo será definida pela Secretaria Estadual de Segurança”, diz o deputado estadual Carlos Minc, do PT
“O projeto não proíbe todos os fogos; alguns são inofensivos. Ele proíbe aqueles que têm poder ofensivo de matar uma pessoa. A carga de pólvora ou explosivo será definida pela Secretaria Estadual de Segurança”, diz o deputado estadual Carlos Minc, do PT (Foto: Leonardo Attuch)


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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil Edição: Beto Coura

O deputado estadual Carlos Minc (PT) quer proibir a venda de artefatos explosivos com alto poder ofensivo no Estado do Rio. Ele apresentou projeto de lei e espera que a aprovação ocorra antes do carnaval. O rojão que matou o cinegrafista Santiago Andrade era da categoria D, tinha 60 gramas de pólvora e só poderia ser vendido para maiores de 18 anos.

“O projeto não proíbe todos os fogos; alguns são inofensivos. Ele proíbe aqueles que têm poder ofensivo de matar uma pessoa. A carga de pólvora ou explosivo será definida pela Secretaria Estadual de Segurança”, disse Minc.

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“Não é possível alguém entrar em uma loja para comprar uma caixa desses explosivos e apontar para a cabeça de alguém”, disse Minc. Ele lembrou o caso em que um torcedor do Corinthians jogou um sinalizador contra torcedores do San José, durante uma partida na Bolívia, e matou um jovem de 14 anos, em fevereiro do ano passado.

“A questão é a seguinte: não podemos banalizar o uso dos artefatos. Se pode estourar o cérebro de uma pessoa a vários metros de distância, não pode qualquer um chegar e sair com dez desses em baixo do braço.” O projeto será submetido à Comissão de Constituição e Justiça e, se aprovado, poderá seguir em regime de urgência para votação na Assembleia Legislativa.

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