Militares são alvo de tiros e artefatos explosivos

Militares foram alvo de disparos de armas de fogos e lançamentos de artefatos explosivos no Complexo da Maré, informou uma nota divulgada hoje pela Força de Pacificação; de acordo com o texto, ninguém se feriu; os ataques foram nas comunidades Nova Holanda e Parque Maré, e, segundo a Força, os militares responderam com munição de baixa letalidade

Militares foram alvo de disparos de armas de fogos e lançamentos de artefatos explosivos no Complexo da Maré, informou uma nota divulgada hoje pela Força de Pacificação; de acordo com o texto, ninguém se feriu; os ataques foram nas comunidades Nova Holanda e Parque Maré, e, segundo a Força, os militares responderam com munição de baixa letalidade
Militares foram alvo de disparos de armas de fogos e lançamentos de artefatos explosivos no Complexo da Maré, informou uma nota divulgada hoje pela Força de Pacificação; de acordo com o texto, ninguém se feriu; os ataques foram nas comunidades Nova Holanda e Parque Maré, e, segundo a Força, os militares responderam com munição de baixa letalidade (Foto: Leonardo Lucena)


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Vinícius Lisboa - Repórter da Agência Brasil

Militares foram alvo de disparos de armas de fogos e lançamentos de artefatos explosivos na noite de ontem (8), no Complexo da Maré, informou uma nota divulgada hoje pela Força de Pacificação. De acordo com o texto, ninguém se feriu.

Os ataques foram nas comunidades Nova Holanda e Parque Maré, e, segundo a Força, os militares responderam com munição de baixa letalidade.

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"Em determinado momento, houve a necessidade de realizar disparos de advertência para o alto. A tropa seguiu as ações previstas nas regras de engajamento, empregando o princípio da proporcionalidade e progressividade das ações, buscando evitar danos à população civil e aos próprios militares", diz a nota.

As Forças Armadas ocuparam a Maré em 5 de abril depois de um pedido do então governador, Sérgio Cabral. A permanência no complexo de favelas está garantida até 31 de julho. De acordo com o atual governador, Luiz Fernando Pezão, há a possibilidade de ampliar esse prazo, a depender de uma conversa com a presidenta Dilma Rousseff. A previsão do governo do estado é instalar unidades de Polícia Pacificadora na região, que tem 129 mil habitantes.

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