Metroviários do Rio encerram estado de greve

Decisão foi tomada na assembleia ontem à noite, que reuniu em torno de 200 profissionais da categoria, na sede do Sindicato dos Metroviários do Rio de Janeiro (Simerj), na Praça da Bandeira, zona norte do Rio; segundo o diretor presidente do Simerj, Heber Fernandes da Silva, categoria aceitou reajuste de 8%

Metro Rio, Rio de Janeiro
Metro Rio, Rio de Janeiro (Foto: Roberta Namour)


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Cristina Indio do Brasil - Repórter da Agência Brasil - Com diferença de apenas sete votos, os metroviários aceitaram a proposta da concessionária Metrô Rio e terminaram com o estado de greve que tinham anunciado. A decisão foi tomada na assembleia desta noite, que reuniu em torno de 200 profissionais da categoria, na sede do Sindicato dos Metroviários do Rio de Janeiro (Simerj), na Praça da Bandeira, zona norte do Rio.

Segundo o diretor presidente do Simerj, Heber Fernandes da Silva, o reajuste será de 8%. Ele reconheceu que não era o que a categoria queria, mas acrescentou que foi o possível. “A maioria dos presentes à assembleia votou a favor. Evidentemente, não era o que queríamos, mas foi o acordado. Se queria mais, mas nem sempre se consegue tudo que se quer. A proposta da empresa foi aprovada. Eu participo disso há anos e nunca a gente conseguiu o que a gente pediu. Sempre é uma disputa, uma briga. Só que a avaliação da diretoria [do sindicato] é que poderia mais pela situação que a empresa vive. Ela está transportando muito mais gente. Isso é um acréscimo na receita”, analisou logo depois da assembleia, em entrevista à Agência Brasil.

O sindicalista informou que o conjunto de reivindicações dos metroviários inclui 69 cláusulas, e as econômicas foram o fator fundamental para a aceitação da proposta da concessionária. “A forma de pagamento da participação nos lucros e resultados, o reajuste salarial de 8% retroativo a maio, reajuste de 14,65% no piso salarial, que passou de R$ 750 para R$ 860. [Tivemos também] o tíquete-refeição com carga extra - a cesta de Natal de R$ 200, em dezembro -, auxílio mensal de R$ 300 para quem tem filhos com deficiência e a cesta básica teve reajuste de 15,38%”, disse.

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Após a decisão dos empregados, a concessionária Metrô Rio informou apenas que a proposta feita à categoria tinha sido aceita, sem analisar o que representa a decisão, que afastou a possibilidade de greve.

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