Mello Franco: 'o legado amargo das Olimpíadas para o Rio'

O jornalista Bernardo Mello Franco comenta a situação financeira do Estado do Rio de Janeiro, cujo problema mais latente é a falta de recursos para a Saúde; ele relaciona o caos econômico aos gastos com as Olimpíadas e a Copa; "O colapso nas contas do Estado já havia comprometido o pagamento de funcionários e fornecedores. Agora a crise provoca o fechamento de hospitais, deixando milhares de doentes, grávidas e idosos ao relento. Falta tudo na saúde do Rio"; para ele, o governo de Luiz Fernando Pezão não tomou medidas de ajuste e planejamento; "Jamais chegaria a este ponto sem os gastos bilionários com Copa e Olimpíada. Parte da verba que sumiu foi torrada na fantasia dos grandes eventos esportivos", frisa

O jornalista Bernardo Mello Franco comenta a situação financeira do Estado do Rio de Janeiro, cujo problema mais latente é a falta de recursos para a Saúde; ele relaciona o caos econômico aos gastos com as Olimpíadas e a Copa; "O colapso nas contas do Estado já havia comprometido o pagamento de funcionários e fornecedores. Agora a crise provoca o fechamento de hospitais, deixando milhares de doentes, grávidas e idosos ao relento. Falta tudo na saúde do Rio"; para ele, o governo de Luiz Fernando Pezão não tomou medidas de ajuste e planejamento; "Jamais chegaria a este ponto sem os gastos bilionários com Copa e Olimpíada. Parte da verba que sumiu foi torrada na fantasia dos grandes eventos esportivos", frisa
O jornalista Bernardo Mello Franco comenta a situação financeira do Estado do Rio de Janeiro, cujo problema mais latente é a falta de recursos para a Saúde; ele relaciona o caos econômico aos gastos com as Olimpíadas e a Copa; "O colapso nas contas do Estado já havia comprometido o pagamento de funcionários e fornecedores. Agora a crise provoca o fechamento de hospitais, deixando milhares de doentes, grávidas e idosos ao relento. Falta tudo na saúde do Rio"; para ele, o governo de Luiz Fernando Pezão não tomou medidas de ajuste e planejamento; "Jamais chegaria a este ponto sem os gastos bilionários com Copa e Olimpíada. Parte da verba que sumiu foi torrada na fantasia dos grandes eventos esportivos", frisa (Foto: Valter Lima)


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247 - O jornalista Bernardo Mello Franco comenta a situação financeira do Estado do Rio de Janeiro, cujo problema mais latente é a falta de recursos para a Saúde. Ele relaciona o caos econômico aos gastos com as Olimpíadas e a Copa.

"É dramática a situação do Rio de Janeiro neste fim de 2015. O colapso nas contas do Estado já havia comprometido o pagamento de funcionários e fornecedores. Agora a crise provoca o fechamento de hospitais, deixando milhares de doentes, grávidas e idosos ao relento", diz. "Falta tudo na saúde do Rio: leitos, remédios, material cirúrgico e respeito a médicos e pacientes. Nos últimos dias, ao menos 24 unidades foram fechadas. Na Baixada Fluminense, uma mulher deu à luz na calçada, após ter atendimento negado em uma maternidade estadual. No maior hospital da zona norte carioca, o Getúlio Vargas, a entrada da emergência foi bloqueada com tapumes. Deveriam fazer o mesmo com o Palácio Guanabara, onde despacha o governador do Estado", reforça.

"A queda dos royalties do petróleo e o tombo na arrecadação de ICMS explicam, mas não justificam a penúria do segundo Estado mais rico da federação. A crise poderia ter sido atenuada com planejamento e medidas rápidas de ajuste. E jamais chegaria a este ponto sem os gastos bilionários com Copa e Olimpíada. Parte da verba que sumiu foi torrada na fantasia dos grandes eventos esportivos. Só no Maracanã, o governo enterrou mais de R$ 1 bilhão", afirma.

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