Marcha das Vadias reúne centenas pelos direitos femininos no Rio

A Marcha das Vadias, evento de luta pelos direitos da mulher, reuniu cerca de 300 pessoas na orla de Copacabana nesse sábado, 9, zona sul do Rio de Janeiro; manifestantes protestaram contra violência sexual e em defesa de direitos como ao parto humanizado, ao aborto ; na metade do percurso, houve princípio de tumulto quando o grupo tentou ocupar uma das vias da Avenida Atlântica e foi contido pela PM. Após alguns minutos de tensão entre alguns manifestantes e policiais, a marcha voltou a ocupar apenas uma das pistas da via

A Marcha das Vadias, evento de luta pelos direitos da mulher, reuniu cerca de 300 pessoas na orla de Copacabana nesse sábado, 9, zona sul do Rio de Janeiro; manifestantes protestaram contra violência sexual e em defesa de direitos como ao parto humanizado, ao aborto ; na metade do percurso, houve princípio de tumulto quando o grupo tentou ocupar uma das vias da Avenida Atlântica e foi contido pela PM. Após alguns minutos de tensão entre alguns manifestantes e policiais, a marcha voltou a ocupar apenas uma das pistas da via
A Marcha das Vadias, evento de luta pelos direitos da mulher, reuniu cerca de 300 pessoas na orla de Copacabana nesse sábado, 9, zona sul do Rio de Janeiro; manifestantes protestaram contra violência sexual e em defesa de direitos como ao parto humanizado, ao aborto ; na metade do percurso, houve princípio de tumulto quando o grupo tentou ocupar uma das vias da Avenida Atlântica e foi contido pela PM. Após alguns minutos de tensão entre alguns manifestantes e policiais, a marcha voltou a ocupar apenas uma das pistas da via (Foto: Aquiles Lins)


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Flavia Villela, da Agência Brasil - A Marcha das Vadias, evento de luta pelos direitos da mulher, reuniu hoje (9) na orla de Copacabana, zona sul do Rio de Janeiro, cerca de 300 pessoas, segundo a Polícia Militar (PM). Muitos manifestantes seguravam cartazes com palavras de ordem contra a violência sexual e de gênero e em defesa de direitos como ao parto humanizado, ao aborto e aos direitos sexuais.

Cantando e tocando tambores improvisados com latas de tinta, os manifestantes caminharam cerca de 3 quilômetros pela orla. O encontro reuniu representantes de diferentes movimentos e causas, como Laura Lee, vice-presidente do grupo Vitamore, de portadores de HTLV, uma doença sexualmente transmissível. "Viemos fazer uma divulgação desse vírus e também defender o direito das mulheres", declarou.

Na metade do percurso, houve princípio de tumulto quando o grupo tentou ocupar uma das vias da Avenida Atlântica e foi contido pela PM. Após alguns minutos de tensão entre alguns manifestantes e policiais, a marcha voltou a ocupar apenas uma das pistas da via.

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Muitos homens que participaram da marcha usavam batom, saias e vestidos. O produtor cultural Felipe Gonçalves foi ao protesto pelo segundo ano consecutivo. "O movimento feminista tem crescido muito no Brasil, mas ainda está atrás de alguns movimentos como o movimento negro", opinou ele. "Muitas mulheres, como minha mãe, ainda não se veem no direito de manifestar, não se sentem pertencentes a movimentos como este, que é genial", comentou.

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