Marcelo Piloto montou rede no Paraguai para enviar drogas e armas ao Rio

O traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, tinha como principal tarefa abastecer de armas e drogas as favelas dominadas por uma das principais facções criminosas do Rio; preso na cidade de Encarnación, no Paraguai, ele tinha rede de contatos montada no país vizinho para transportar cocaína, maconha, fuzis, pistolas e munição para algumas das principais favelas da capital fluminense

O traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, tinha como principal tarefa abastecer de armas e drogas as favelas dominadas por uma das principais facções criminosas do Rio; preso na cidade de Encarnación, no Paraguai, ele tinha rede de contatos montada no país vizinho para transportar cocaína, maconha, fuzis, pistolas e munição para algumas das principais favelas da capital fluminense
O traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, tinha como principal tarefa abastecer de armas e drogas as favelas dominadas por uma das principais facções criminosas do Rio; preso na cidade de Encarnación, no Paraguai, ele tinha rede de contatos montada no país vizinho para transportar cocaína, maconha, fuzis, pistolas e munição para algumas das principais favelas da capital fluminense (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O traficante Marcelo Fernando Pinheiro Veiga, o Marcelo Piloto, tinha como principal tarefa abastecer de armas e drogas as favelas dominadas por uma das principais facções criminosas do Rio de Janeiro. Preso na na manhã desta quarta-feira (13) na cidade de Encarnación, no Paraguai, ele tinha rede de contatos montada no país vizinho para transportar cocaína, maconha, fuzis, pistolas e munição para algumas das principais favelas da capital fluminense.

"Ele veio para o Paraguai há cerca de cinco anos e, desde então, estabeleceu uma rede de contatos por aqui. A partir dela, enviava armas, munição e drogas para as favelas dominadas pela facção criminosa da qual faz parte", explicou o subsecretário de Inteligência, Fábio Galvão.

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Além de tráfico de drogas, Piloto responde pelos crimes de homicídio, latrocínio, roubo, e associação para o tráfico. Juntadas as condenações, o criminoso tem uma pena de 25 anos a cumprir, de acordo com o subsecretário.

O secretário estadual de Segurança Pública, Roberto Sá, disse nesta quarta-feira (13), que a prisão do bandido desarticula o tráfico. O titular da pasta afirmou que unirá esforços com a Polícia Federal para "cortar na fonte" o fornecimento de armas e drogas.

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"Eu acho que de forma imediata desarticula esse fornecimento de armas, munições e drogas para essa facção. Como eu criei a Desarme [Delegacia Especializada em Armas, Munições e Explosivos] e a [Delegacia de Combate às Drogas] Dcod, trabalham em uma sintonia muito fina, nós vamos ouvir esse preso para tentarmos conhecer essa rota para desarticular. Trabalhando com a Polícia Federal, que tem essa missão constitucional do contrabando e caminho, vamos tentar cortar lá na fonte esse abastecimento", acrescentou ele, durante entrevista concedida ao RJTV.

Sá lembrou que o bandido fugiu da prisão durante uma visita periódica ao lar em 2007. "É importante dizer que ele saiu em uma visita periódica ao lar em 2007. Um preso que tem 22 mandados de prisão, que responde por homicídio, latrocínio, roubos, associação ao tráfico, toda vez que temos que prendê-lo é sempre muito difícil para a sociedade. É muito ruim", complementou.

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