Marcelo Crivella vira réu em investigação que apura 'QG da Propina'

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), virou réu nesta quarta-feira (3) no processo que apura a existência de um suposto “QG da propina” na Prefeitura do Rio de Janeiro

Evangélico com base política e eleitoral ligada principalmente à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), publicou um decreto que rebatiza ruas da favela Vila do João, no Complexo da Maré, na zona norte da capital; moradores não receberam muito bem alguns nomes escolhidos, como "rua Adoração", "rua Éden" e "travessa Monte Sião"; segundo o decreto, 42 logradouros da Vila do João deixam de ser conhecidos por números; um trecho da rua 16, por exemplo, passou a se chamar "rua do Otimismo"; moradores criticaram o contraste entre os nomes escolhidos e a violência na região, controlada por traficantes de drogas e palco constante de tiroteios
Evangélico com base política e eleitoral ligada principalmente à Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), o prefeito do Rio, Marcelo Crivella (PRB), publicou um decreto que rebatiza ruas da favela Vila do João, no Complexo da Maré, na zona norte da capital; moradores não receberam muito bem alguns nomes escolhidos, como "rua Adoração", "rua Éden" e "travessa Monte Sião"; segundo o decreto, 42 logradouros da Vila do João deixam de ser conhecidos por números; um trecho da rua 16, por exemplo, passou a se chamar "rua do Otimismo"; moradores criticaram o contraste entre os nomes escolhidos e a violência na região, controlada por traficantes de drogas e palco constante de tiroteios (Foto: Leonardo Lucena)


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Sputnik - Crivella é acusado de chefiar um possível esquema que liberava pagamentos a credores do executivo municipal e direcionava licitações em troca de propina.

A juíza Juliana Benevides, da 1ª Vara Criminal Especializada de Combate ao Crime Organizado, recebeu a denúncia do Ministério Público do Rio de Janeiro.

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Crivella e outras 25 pessoas vão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As informações foram publicadas pelo jornal O Globo.

​O ex-prefeito foi preso em 22 de dezembro do ano passado, mas foi solto no dia seguinte após conseguir uma decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que o colocou em prisão domiciliar.

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A investigação sobre o suposto QG da propina teve início com a delação do doleiro Sergio Mizhray, preso durante um desdobramento da Operação Lava Jato.

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