Maraca passa no primeiro teste de mobilidade

Com as principais vias de acesso ao Maracanã bloqueadas e a proibição de estacionamento em vias próximas ao local do jogo, o plano de mobilidade montado no Rio para atender aos torcedores passou no teste, no dia em que o estádio recebeu a primeira partida da Copa do Mundo, entre Argentina e Bósnia; o BRT Alvorada-Galeão, as linhas de ônibus e o metrô reforçaram a frota

Com as principais vias de acesso ao Maracanã bloqueadas e a proibição de estacionamento em vias próximas ao local do jogo, o plano de mobilidade montado no Rio para atender aos torcedores passou no teste, no dia em que o estádio recebeu a primeira partida da Copa do Mundo, entre Argentina e Bósnia; o BRT Alvorada-Galeão, as linhas de ônibus e o metrô reforçaram a frota
Com as principais vias de acesso ao Maracanã bloqueadas e a proibição de estacionamento em vias próximas ao local do jogo, o plano de mobilidade montado no Rio para atender aos torcedores passou no teste, no dia em que o estádio recebeu a primeira partida da Copa do Mundo, entre Argentina e Bósnia; o BRT Alvorada-Galeão, as linhas de ônibus e o metrô reforçaram a frota (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 – Com as principais vias de acesso ao Maracanã bloqueadas e a proibição de estacionamento em vias próximas ao local do jogo, o plano de mobilidade montado no Rio para atender aos torcedores passou no teste, no dia (domingo/15-06) em que o estádio recebeu a primeira partida da Copa do Mundo, entre Argentina e Bósnia. O BRT Alvorada-Galeão, as linhas de ônibus e o metrô reforçaram a frota. Reformado com um investimento de R$ 1,2 bilhão, o "Maraca" receberá mais três partidas na primeira fase e três confrontos na segunda, incluindo a final.

O único incidente ocorreu no metrô, mas não chegou a afetar a rotina dos serviços: a estação da Rua Uruguai, na Tijuca, ficou fechada por três minutos, no momento em que manifestantes passavam pelas imediações.

A Secretaria municipal de Transportes do Rio montou um bolsão de estacionamento na Ilha do Fundão com o objetivo de receber, em cima da hora, os ônibus de fora do Rio.

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Já o estacionamento não foi utilizado, segundo o Globo. Oito veículos de turismo tentaram passar pelos pontos de bloqueio, mas foram desviados e os passageiros orientados a usar o transporte público. Ao todo, 132 veículos estacionados em áreas proibidas no entorno do Maracanã foram rebocados. Um local de estacionamento irregular foi fechado.

No BRT Transcarioca, os passageiros faziam integração com o metrô na estação na Linha 2, em Vicente de Carvalho. Os trens faziam o percurso com intervalos de 20 minutos, em média. O serviço funcionou com 13 ônibus biarticulados e sete coletivos que não precisaram ser operados.

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A maior movimentação ocorreu na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade do Rio, no Recreio e em bairros vizinhos. Entre às 14h e às 16h, mais de 200 argentinos chegaram em Vincente de Carvalho.

No caso do metrô, o pico de movimentação foi nos trens da Linha 2, que saíam de Botafogo para a Zona Norte. Nas Linhas 1 e 2, os trens circularam com os mesmos intervalos dos dias úteis, de 4m30s. Em domingos "normais", sem eventos, os intervalos são de 9 minutos na Linha 2 e de 6 minutos na Linha 1.

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