Manifestação no Rio contra reajuste da tarifa termina sem violência
A manifestação desta quinta (13) contra o aumento de tarifas de ônibus urbano terminou de forma pacífica em frente ao prédio da prefeitura; ativistas iniciaram a caminhada por volta das 19h na Igreja da Candelária e seguiram por toda a extensão da Avenida Presidente Vargas, que precisou ficar bloqueada por todo o tempo na pista central em direção à zona norte; durante o trajeto os manifestantes foram seguidos por um grande número de policiais militares usando trajes reforçados e escudos, mas não houve confrontos; apenas alguns black blocs chegaram a desafiar os policiais, com xingamentos
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Vladimir Platonow - Repórter da Agência Brasil
A manifestação feita hoje (13) contra o aumento de tarifas de ônibus urbano terminou de forma pacífica em frente ao prédio da prefeitura. Os ativistas iniciaram a caminhada por volta das 19h na Igreja da Candelária e seguiram por toda a extensão da Avenida Presidente Vargas, que precisou ficar bloqueada por todo o tempo na pista central em direção à zona norte.
Durante o trajeto os manifestantes foram seguidos por um grande número de policiais militares usando trajes reforçados e escudos, mas não houve confrontos. Apenas alguns participantes mais exaltados, ligados à tática black bloc, chegaram a desafiar os policiais, com xingamentos, mas os PMs não revidaram.
Alguns manifestantes seguravam cartazes com frases como "Quero os meus R$ 150", em referência à informação atribuída ao jovem Caio Silva de Souza, pelo advogado Jonas Tadeu Nunes, de que alguns manifestantes receberiam essa quantia em dinheiro para participar de protestos e até mesmo fazer depredação de bens públicos e privados.
Quando passaram em frente ao local onde o cinegrafista Santiago Andrade foi atingido por um rojão, próximo ao prédio da Central do Brasil, os manifestantes fizeram um minuto de silêncio, marcado apenas pelo toque de um surdo, seguido por uma salva de palmas.
O protesto teve representantes do PSOL, PSTU e PCB, da Central Sindical Popular – Conlutas e do Sindicato dos Petroleiros. Outras organizações populares também participaram.
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