Maia defende permanência das tropas federais no Rio

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu a continuidade das tropas federais no Rio até o fim de 2018. De acordo com o parlamentar, a coordenação da política de segurança do estado deveria ser do governo federal, e não estadual; "Em alguns momentos, o ministro da Defesa (Raul Jungmann) disse que poderia ir até o final do governo Temer", afirmou ele

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu a continuidade das tropas federais no Rio até o fim de 2018. De acordo com o parlamentar, a coordenação da política de segurança do estado deveria ser do governo federal, e não estadual; "Em alguns momentos, o ministro da Defesa (Raul Jungmann) disse que poderia ir até o final do governo Temer", afirmou ele
O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu a continuidade das tropas federais no Rio até o fim de 2018. De acordo com o parlamentar, a coordenação da política de segurança do estado deveria ser do governo federal, e não estadual; "Em alguns momentos, o ministro da Defesa (Raul Jungmann) disse que poderia ir até o final do governo Temer", afirmou ele (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defendeu, nesta sexta-feira (1), a continuidade das tropas federais no Rio até o fim de 2018. De acordo com o parlamentar, a coordenação da política de segurança do estado deveria ser do governo federal, e não estadual.

O congressista disse não ter tratado deste assunto com Michel Temer, mas afirmou ter "certeza de que se isso for um pedido do governador (Luiz Fernando Pezão) ou do secretário de Segurança, se for importante para o Rio, ficará (o auxílio federal)". "Em alguns momentos, o ministro da Defesa (Raul Jungmann) disse que poderia ir até o final do governo Temer", afirmou ele, que participou de um evento sobre segurança pública na Procuradoria Geral do Estado.

"O Rio ainda vive transição fiscal. Eu defendo a permanência, é importante. O Rio vive a crise que vive e não entendo como a gente não tem ainda um comando mais transparente por parte da União. Foram muitos governos que se omitiram. A coordenação da política de segurança precisa ser do governo federal, até porque as armas que estão matando nossas famílias não são produzidas no Brasil, isso é um crime federal. A solução tem que ser coordenada pelo governo federal, tem que ter protagonismo", acrescentou.

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Segundo o congressista, "a operação está sendo feita com muito sucesso, principalmente na zona norte. Se esse for entendimento, o governo federal não vai deixar de continuar colaborando". "É isso que a gente espera", acrescentou.

 

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