Máfia dos ingressos: Justiça quer prisão de 11

Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e determinou a prisão de 11 envolvidos na máfia dos ingressos, inclusive do CEO da Match Services, Ray Whelan; dez já estavam presos; a ordem de prisão foi emitida pela juíza Joana Cortes, do Juizado Especial do Torcedor; o único que não teve o pedido de prisão solicitada pelo Ministério Público foi o advogado José Massih, por ter colaborado com as investigações

Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e determinou a prisão de 11 envolvidos na máfia dos ingressos, inclusive do CEO da Match Services, Ray Whelan; dez já estavam presos; a ordem de prisão foi emitida pela juíza Joana Cortes, do Juizado Especial do Torcedor; o único que não teve o pedido de prisão solicitada pelo Ministério Público foi o advogado José Massih, por ter colaborado com as investigações
Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e determinou a prisão de 11 envolvidos na máfia dos ingressos, inclusive do CEO da Match Services, Ray Whelan; dez já estavam presos; a ordem de prisão foi emitida pela juíza Joana Cortes, do Juizado Especial do Torcedor; o único que não teve o pedido de prisão solicitada pelo Ministério Público foi o advogado José Massih, por ter colaborado com as investigações (Foto: Leonardo Lucena)


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Jornal do Brasil - A Justiça do Rio de Janeiro aceitou a denúncia do Ministério Público e determinou a prisão de 11 envolvidos na máfia dos ingressos, inclusive do CEO da Match Services, Ray Whelan. Dez já estavam presos. A ordem de prisão foi emitida pela juíza Joana Cortes, do Juizado Especial do Torcedor. O único que não teve o pedido de prisão solicitada pelo Ministério Público foi o advogado José Massih, por ter colaborado com as investigações.

O inquérito da Operação Jules Rimet foi recebido na quarta-feira pelo Ministério Público. Doze presos, incluindo o CEO da Match Services, única autorizada pela Fifa para comercializar os tickets, Raymont Whelan, foram indiciados pelos crimes de cambismo e associação criminosa. Ontem, a polícia pediu a prisão preventiva de 11 dos detidos desde o início da operação no Rio de Janeiro e em São Paulo.

O Jornal do Brasil vem acompanhando de perto o caso e publicou, em primeira mão, denúncias a respeito do esquema de venda irregular de ingressos para a Copa.

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Ray Whelan foi libertado da 18a. DP (Praça da Bandeira) na última terça-feira (8), após pagar fiança de R$ 5 mil e por determinação de um habeas corpus concedido pelo Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ). A prisão temporária de cinco dias foi expedida pelo Juizado Especial do Torcedor, mas a desembargadora Marília de Castro Neves Vieira, considerou a prisão ilegal, pois desobedeceu o princípio da proporcionalidade. A Justiça reteve o passaporte de Whelan. Em nota, a Match informou nesta quarta (9) que Whelan vai devolver a credencial da Fifa. 

O franco-argelino Mohamed Lamíne Fofana, acusado de chefiar a quadrilha e preso no dia 1º de julho, segue detido no Complexo Penitenciário de Bangu, junto com outros 10 membros da máfia dos ingressos. A Justiça negou o habeas corpus de Lamine Fofana, permitindo o pedido de prisão preventiva pela PC, já que o prazo de prisão temporário do suspeito encerra nesta quinta (10).

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