Lindbergh vê 'escalada perigosa de ódio político'

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) repudiou as manifestações no local em que foi velado o corpo do ex-senador do PT de Sergipe e ex-presidente do partido, Eduardo Dutra (1957-2015); "Essas manifestações insanas de ódio político estão ficando corriqueiras e já não surpreendem. Se nada for feito contra essa escalada perigosa de ódio político, em breve se considerará normal agredir fisicamente ou mesmo assassinar petistas. Porque o ódio desumaniza, desumaniza o alvo do ódio e aquele que odeia. Desumaniza até mesmo os mortos. O ódio exige cadáveres insepultos", afirmou

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) repudiou as manifestações no local em que foi velado o corpo do ex-senador do PT de Sergipe e ex-presidente do partido, Eduardo Dutra (1957-2015); "Essas manifestações insanas de ódio político estão ficando corriqueiras e já não surpreendem. Se nada for feito contra essa escalada perigosa de ódio político, em breve se considerará normal agredir fisicamente ou mesmo assassinar petistas. Porque o ódio desumaniza, desumaniza o alvo do ódio e aquele que odeia. Desumaniza até mesmo os mortos. O ódio exige cadáveres insepultos", afirmou
Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) repudiou as manifestações no local em que foi velado o corpo do ex-senador do PT de Sergipe e ex-presidente do partido, Eduardo Dutra (1957-2015); "Essas manifestações insanas de ódio político estão ficando corriqueiras e já não surpreendem. Se nada for feito contra essa escalada perigosa de ódio político, em breve se considerará normal agredir fisicamente ou mesmo assassinar petistas. Porque o ódio desumaniza, desumaniza o alvo do ódio e aquele que odeia. Desumaniza até mesmo os mortos. O ódio exige cadáveres insepultos", afirmou (Foto: Roberta Namour)


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Da Agência Senado

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) repudiou as manifestações de ódio contra membros do governo, petistas e esquerdistas em geral, como os panfletos com a frase “petista bom é petista morto” jogados no local em que foi velado o corpo do ex-senador do PT de Sergipe e ex-presidente do partido, Eduardo Dutra (1957-2015).

— Essas manifestações insanas de ódio político estão ficando corriqueiras e já não surpreendem. Se nada for feito contra essa escalada perigosa de ódio político, em breve se considerará normal agredir fisicamente ou mesmo assassinar petistas. Porque o ódio desumaniza, desumaniza o alvo do ódio e aquele que odeia. Desumaniza até mesmo os mortos. O ódio exige cadáveres insepultos - afirmou.

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Lindbergh disse que a "imprensa conservadora" trata esses casos como irrelevantes e, como prova disso, declarou que houve pouca repercussão do ataque à bomba ao Instituto Lula, ocorrido em julho. Ele afirmou que "boa parte da mídia e setores irresponsáveis da oposição" vêm se encarregando de gerar o clima propício a essas manifestações. E o pior, segundo Lindbergh, é que as lideranças de outros partidos não têm se posicionado contra as demonstrações de ódio político.

— Espero sinceramente que venha alguém aqui dizendo: olha, nós do PSDB nos solidarizamos [em razão] do ocorrido no velório do senador Eduardo Dutra. É preciso que eles façam isso.  É preciso segurar a base mais radical. Eu fico pensando: onde é que nós vamos parar nessa escalada de acirramento da luta política? É algo muito perigoso, é um terreno muito perigoso em que a gente está entrando. Todos os democratas tinham que se posicionar — afirmou.

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Em apartes, os senadores Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fátima Bezerra (PT-RN) e Eduardo Amorim (PSC-SE) manifestaram solidariedade pela morte do ex-senador Eduardo Dutra. Sendo que Amorim afirmou que o PSDB de Sergipe divulgou nota de pesar pelo falecimento do ex-presidente do PT. Segundo Amorim, uma mensagem no aplicativo Whatsapp, depreciativa, foi erradamente atribuída ao presidente do PSDB local.

— Independentemente do que seja a nota do PSDB de Sergipe, ou do que esteja no WhatsApp do presidente, eu quero reafirmar, e fazemos isso porque achamos que é importante: que os tucanos, que o PSDB nacional, que as lideranças do PSDB se pronunciem sobre aquele fato terrível que aconteceu no dia de ontem — concluiu Lindbergh.

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