Lindbergh: provocaram tragédia com perseguição a ex-reitor da UFSC

Senador Lindbergh Farias (PT-RS) criticou a PF-SC, que não apresentou provas contra o ex-reitor da UFSC Luiz Cláudio Cancellier, preso em setembro do ano passado, acusado de obstruir uma apuração sobre desvios no programa de educação a distância - no mês seguinte, ele cometeu suicídio; "Provas contra o 'chefe da quadrilha' que desviou 80 milhões de reais, o falecido ex-reitor Cancellier: um depósito de 7 mil reais na conta do filho dele em 2013, anos antes do pai assumir a reitoria. Provocaram uma tragédia com esta perseguição", disse Lindbergh

Senador Lindbergh Farias (PT-RS) criticou a PF-SC, que não apresentou provas contra o ex-reitor da UFSC Luiz Cláudio Cancellier, preso em setembro do ano passado, acusado de obstruir uma apuração sobre desvios no programa de educação a distância - no mês seguinte, ele cometeu suicídio; "Provas contra o 'chefe da quadrilha' que desviou 80 milhões de reais, o falecido ex-reitor Cancellier: um depósito de 7 mil reais na conta do filho dele em 2013, anos antes do pai assumir a reitoria. Provocaram uma tragédia com esta perseguição", disse Lindbergh
Senador Lindbergh Farias (PT-RS) criticou a PF-SC, que não apresentou provas contra o ex-reitor da UFSC Luiz Cláudio Cancellier, preso em setembro do ano passado, acusado de obstruir uma apuração sobre desvios no programa de educação a distância - no mês seguinte, ele cometeu suicídio; "Provas contra o 'chefe da quadrilha' que desviou 80 milhões de reais, o falecido ex-reitor Cancellier: um depósito de 7 mil reais na conta do filho dele em 2013, anos antes do pai assumir a reitoria. Provocaram uma tragédia com esta perseguição", disse Lindbergh (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O senador Lindbergh Farias (PT-RS) criticou as investigações da Polícia Federal em Santa Catarina (PF-SC), que não apresentou provas contra o ex-reitor da universidade federal do estado (UFSC) Luiz Cláudio Cancellier, preso pela PF em setembro do ano passado, acusado de tentativa de obstruir uma apuração sobre desvios no programa de educação a distância. No mês seguinte, ele cometeu suicídio.

"Provas contra o 'chefe da quadrilha' que desviou 80 milhões de reais, o falecido ex-reitor Cancellier: um depósito de 7 mil reais na conta do filho dele em 2013, anos antes do pai assumir a reitoria. Provocaram uma tragédia com esta perseguição", escreveu o parlamentar em sua conta no Twitter.

O relatório final da PF, de 817 páginas, não aponta prova alguma contra o ex-reitor, conforme publicou a Folha de S. Paulo. Cancellier aparece apenas indiretamente, em episódio citado que envolve repasses na conta de seu filho Mikhail. O professor Gilberto Moritz efetuou três depósitos em 2013 que totalizam R$ 7.102 na conta do filho de Cancellier, que ainda não era reitor da federal.

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