Lindbergh: “nós não vamos baixar a cabeça”

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou o voto da ministra do STF Rosa Weber contra o Habeas Corpus do ex-presidente Lula; "Inacreditável esse voto da Rosa Weber! A pressão da Globo q usou até os militares p chantagear o STF surtiu efeito. Nós não vamos baixar a cabeça. Vamos seguir lutando em defesa do Lula e da democracia", escreveu o parlamentar no Twitter

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou o voto da ministra do STF Rosa Weber contra o Habeas Corpus do ex-presidente Lula; "Inacreditável esse voto da Rosa Weber! A pressão da Globo q usou até os militares p chantagear o STF surtiu efeito. Nós não vamos baixar a cabeça. Vamos seguir lutando em defesa do Lula e da democracia", escreveu o parlamentar no Twitter
O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou o voto da ministra do STF Rosa Weber contra o Habeas Corpus do ex-presidente Lula; "Inacreditável esse voto da Rosa Weber! A pressão da Globo q usou até os militares p chantagear o STF surtiu efeito. Nós não vamos baixar a cabeça. Vamos seguir lutando em defesa do Lula e da democracia", escreveu o parlamentar no Twitter (Foto: Leonardo Lucena)


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Rio 247 - O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou o voto da ministra do Supremo Tribunal Federal Rosa Weber contra o Habeas Corpus do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Inacreditável esse voto da Rosa Weber! A pressão da Globo q usou até os militares p chantagear o STF surtiu efeito. Nós não vamos baixar a cabeça. Vamos seguir lutando em defesa do Lula e da democracia", escreveu o parlamentar no Twitter.

O voto de Rosa pode ser decisivo para uma eventual prisão do ex-presidente, condenado em primeira e em segunda instância jurídica no processo do triplex no Guarujá, litoral norte do estado de São Paulo. 

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Lula foi denunciado pelo Ministério Público Federal em setembro de 2016, acusado de ter recebido propina de R$ 3,7 milhões da empreiteira OAS através de um apartamento. Mas na apresentação da denúncia o procurador Henrique Pozzobon admitiu não haver "prova cabal" de que o ex-presidente era o proprietário do triplex. 

Também vale ressaltar que, dias antes do julgamento dele na segunda instância, pelo Tribunal Regional Federal (TRF4), sediado em Porto Alegre, a Justiça de Brasília penhorou os bens da OAS e um dos ativos penhorados foi o apartamento que a Operação Lava Jato atribuía ser de Lula.

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