Lindbergh cobra Lava Jato contra tucanos e Cunha

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) critica dois pesos e duas medidas da Operação Lava Jato: "Tucanos citados inúmeras vezes sequer são investigados. Cunha segue solto. Mantega, citado em uma delação, é preso com a mulher no hospital"; ele diz ainda que a "Lava Jato funcionou contra o PT antes do impeachment. Tirou férias após o golpe, e volta seu foco pro PT às vésperas das eleições"

Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) critica dois pesos e duas medidas da Operação Lava Jato: "Tucanos citados inúmeras vezes sequer são investigados. Cunha segue solto. Mantega, citado em uma delação, é preso com a mulher no hospital"; ele diz ainda que a "Lava Jato funcionou contra o PT antes do impeachment. Tirou férias após o golpe, e volta seu foco pro PT às vésperas das eleições"
Senador Lindbergh Farias (PT-RJ) critica dois pesos e duas medidas da Operação Lava Jato: "Tucanos citados inúmeras vezes sequer são investigados. Cunha segue solto. Mantega, citado em uma delação, é preso com a mulher no hospital"; ele diz ainda que a "Lava Jato funcionou contra o PT antes do impeachment. Tirou férias após o golpe, e volta seu foco pro PT às vésperas das eleições" (Foto: Gisele Federicce)


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Rio 247 – O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou em sua conta no Twitter nesta quinta-feira 22, quando foi preso o ex-ministro Guido Mantega, a parcialidade da Operação Lava Jato contra o PT.

"Tucanos citados inúmeras vezes sequer são investigados. Cunha segue solto. Mantega, citado em uma delação, é preso com a mulher no hospital", postou Lindbergh.

Mantega acompanhava a esposa, que fez tratamento contra um câncer, em uma cirurgia no Hospital Albert Einsten, na capital paulista. O ex-ministro acompanhou a equipe da Polícia Federal até seu apartamento, onde foram realizadas buscas, e seguiu para a sede da PF, de onde será levado para Curitiba.

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"Procurador reconhece: pediu prisão preventiva, 'ganhou' o direito de prender Mantega temporariamente. É um jogo de tentativa e erro. Objetivamente, Mantega foi preso para 'averiguação'. Ação muito comum em ditaduras. E segue a farsa 'organização criminosa' sem provas", postou ainda Lindbergh.

O senador disse também que a "Lava Jato funcionou contra o PT antes do impeachment. Tirou férias após o golpe, e volta seu foco pro PT às vésperas das eleições". "A operação de hoje tem um objetivo claro: criar agenda anti-esquerda na reta final das eleições. Devia se chamar Operação BOCA DE URNA", protestou.

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Lindbergh também divulgou uma nota como líder da oposição no Senado. Leia a íntegra:

NOTA: Prisão do ex-Ministro Guido Mantega

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A prisão do ex-Ministro Guido Mantega constitui mais uma prova do esquema de ilegalidade e de propaganda política que caracteriza a Operação Lava Jato.

Os principais objetivos da campanha judicial, policial e midiática da Lava Jato, operação desencadeada e coordenada pelo Juiz Sergio Moro e pelos procuradores de Curitiba são: criminalizar o Presidente Lula, impedir que seja ele candidato a presidente nas eleições de 2018, desmoralizar o PT, caracterizá-lo como partido corrupto e destruí-lo como força política.

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O ex-Ministro Guido Mantega foi preso no Hospital Albert Einstein no momento em que sua esposa iria iniciar uma cirurgia de caráter grave.

Mantega nunca se recusou a prestar esclarecimentos à Justiça, não se encontrava foragido da Justiça nem pretendia se colocar fora do alcance da Justiça.

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Sua prisão em ambiente público, com aviso prévio aos meios de comunicação, sem necessidade, baseada em uma hipótese, ocorre no momento em que se desenrola a campanha eleitoral e demonstra o objetivo de criar comoção midiática e influir sobre as eleições.

O pedido de prisão teria sido feito em julho a Sergio Moro, que autorizou em agosto e, convenientemente, somente agora foi efetuada.

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As circunstâncias da prisão procuram caracterizar Guido Mantega, ex-Ministro do PT nos Governos Lula e Dilma, como indivíduo de alta periculosidade que teria o intuito e a capacidade de resistir ao mandado de prisão e que já seria culpado.

Os juristas e advogados brasileiros, assim como as lideranças e organizações sociais têm a obrigação de se pronunciar e de se organizar para enfrentar as reiteradas infrações à Lei cometidas por Procuradores Federais, por delegados da Polícia Federal e por Juízes, por ação ou omissão, contra os princípios básicos do Estado de Direito, da democracia e dos direitos individuais de todos os brasileiros.

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*Senador Lindbergh Farias
Líder da Oposição no Senado Federal*

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