‘Legado da Olimpíada será para a população do Rio’

"Para cada real gasto com instalações esportivas, outros cinco são investidos em obras para a população – linhas de BRTs, VLT e metrô, revitalização de áreas abandonadas, projetos de saneamento", afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB); ele ressalta que, "com as principais obrigações olímpicas transferidas para a iniciativa privada, o dinheiro do cidadão é empregado em obras de legado para a cidade"

"Para cada real gasto com instalações esportivas, outros cinco são investidos em obras para a população – linhas de BRTs, VLT e metrô, revitalização de áreas abandonadas, projetos de saneamento", afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB); ele ressalta que, "com as principais obrigações olímpicas transferidas para a iniciativa privada, o dinheiro do cidadão é empregado em obras de legado para a cidade"
"Para cada real gasto com instalações esportivas, outros cinco são investidos em obras para a população – linhas de BRTs, VLT e metrô, revitalização de áreas abandonadas, projetos de saneamento", afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB); ele ressalta que, "com as principais obrigações olímpicas transferidas para a iniciativa privada, o dinheiro do cidadão é empregado em obras de legado para a cidade" (Foto: Gisele Federicce)


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Rio 247 – O legado da Olimpíada de 2016, sediada no Rio de Janeiro, será para a população da cidade, afirma o prefeito Eduardo Paes (PMDB). Em artigo publicado neste domingo na Folha, ele destaca que, "para cada real gasto com instalações esportivas, outros cinco são investidos em obras para a população – linhas de BRTs, VLT e metrô, revitalização de áreas abandonadas, projetos de saneamento".

"Com as principais obrigações olímpicas transferidas para a iniciativa privada, a dedicação da Prefeitura do Rio e o dinheiro do cidadão são empregados no que importa: 331 novas escolas, 157 novas unidades de saúde, obras de urbanização em 200 comunidades", enumera o prefeito. Ele acrescenta que, "para reduzir custos com arenas", não estão sendo feitas "reformas extravagantes" e diz que os estádios "vão virar escolas e ginásios em áreas carentes."

"A cidade olímpica que o Rio quer se tornar é capaz de superar barreiras geográficas e sociais. Priorizar as regiões mais carentes e degradadas em vez de os velhos cartões-postais, revitalizar o centro e o porto, recuperar o subúrbio e escolher o parque Madureira, no coração da zona norte, para receber os Aros Olímpicos", destaca Paes. Ele cita ainda o caso da Vila Autódromo, "única comunidade impactada parcialmente por uma instalação olímpica", e comenta que a transferência de moradia acabou levando qualidade de vida a essas pessoas.

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