Le Monde: violência de gangues gangrena novamente favelas do Rio

Matéria publicada pelo jornal francês Le Monde conta que no Rio de Janeiro, a violência das gangues novamente gangrena as favelas; "Violência do Rio voltou ao que era ha dez anos atrás...", diz uma moradora da Rocinha; o vespertino relata o drama de trabalhadores que moram na comunidade e convivem diariamente com integrantes de gangues do tráfico e muitas vezes presenciam cenas de terra, como nos últimos dias, em que as escolas foram fechadas, corpos foram encontrados carbonizados e veículos depredados com tiros

Matéria publicada pelo jornal francês Le Monde conta que no Rio de Janeiro, a violência das gangues novamente gangrena as favelas; "Violência do Rio voltou ao que era ha dez anos atrás...", diz uma moradora da Rocinha; o vespertino relata o drama de trabalhadores que moram na comunidade e convivem diariamente com integrantes de gangues do tráfico e muitas vezes presenciam cenas de terra, como nos últimos dias, em que as escolas foram fechadas, corpos foram encontrados carbonizados e veículos depredados com tiros
Matéria publicada pelo jornal francês Le Monde conta que no Rio de Janeiro, a violência das gangues novamente gangrena as favelas; "Violência do Rio voltou ao que era ha dez anos atrás...", diz uma moradora da Rocinha; o vespertino relata o drama de trabalhadores que moram na comunidade e convivem diariamente com integrantes de gangues do tráfico e muitas vezes presenciam cenas de terra, como nos últimos dias, em que as escolas foram fechadas, corpos foram encontrados carbonizados e veículos depredados com tiros (Foto: Leonardo Lucena)


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Jornal do Brasil - Matéria publicada nesta quarta-feira (20) pelo jornal francês Le Monde conta que no Rio de Janeiro, a violência das gangues novamente gangrena as favelas. 

"Violência do Rio voltou ao que era ha dez anos atrás...", diz uma moradora da Rocinha.

O vespertino relata o drama de trabalhadores que moram na comunidade e convivem diariamente com integrantes de gangues do tráfico e muitas vezes presenciam cenas de terra, como nos últimos dias, em que as escolas foram fechadas, corpos foram encontrados carbonizados e veículos depredados com tiros. 

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"Um verdadeiro bang bang", acrescenta um morador que descia para chegar a tempo em um restaurante da zona sul onde é cozinheiro.

Segundo a reportagem um tiroteio recentemente paralisou a comunidade da Rocinha e causou várias mortes. A falta de recursos pesa fortemente nas operações de pacificação policial, destaca o diário. 

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A Rocinha, considerada a maior favela no Brasil com 70 mil habitantes, está sob o controle da gangue Amigos dos amigos (ADA, Amigos dos Amigos). A expedição mortal no domingo teria sido lançada por Antonio Bonfim Lopes, conhecido como Nem, líder da ADA, de dentro da cadeia onde se encontra, cumprindo uma sentença de dezesseis anos, explica Le Monde.

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